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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

(Co)Habitar I Vários autores


(Co)Habitar
Andrea Brandão, Lia Chaia, Daniel Barroca, Joana Bastos, Eurídice Kala, Cinthia Marcelle, Carolina Saquel

Edição de Margarida Brito Alves, Giulia Lamoni, Filomena Serra
Textos de Manuela Júdice, Vítor Ramalho, Margarida Brito Alves, Giulia Lamoni, Filomena Serra, Emilio Tarazona

ISBN 978-989-8902-39-9 | EAN 9789898902399

Edição: Novembro de 2018

Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 17 x 23,5 cm (brochado com badanas)
Número de páginas: 144 (a cores)

Com a UCCLA e Casa da América Latina

Edição bilingue: português-espanhol



Com quem, e com o quê, partilhamos os espaços que habitamos – a nossa casa, mas também, numa escala diferenciada, a cidade e as suas ruas, os lugares reais, virtuais e imaginários que atravessamos?


A exposição (Co)Habitar, com curadoria de Margarida Brito Alves, Giulia Lamoni e Filomena Serra, realizou-se nas novas instalações do edifício da Casa da América Latina e da UCCLA – União de Cidades Capitais de Língua Portuguesa, em Lisboa, de 30 de Setembro de 2016 a 30 de Janeiro de 2017


Será um risco habitar com o estranho […] num mundo onde se constroem muros? Será um risco abrir caminho ao diálogo com o outro? Será um risco construir pontes? Foi o desafio que aceitámos ao convidar Margarida Brito Alves, Giulia Lamoni e Filomena Serra para preparar uma exposição de trabalhos de Lia Chaia e Andreia Brandão, uma brasileira e uma portuguesa, que em conjunto habitam o nosso espaço com as suas criações.
Tal como os novos empreendedores e profissionais que preferem partilhar o seu tempo, o seu talento e as suas afinidades em espaços de coworking e de coliving, estas duas artistas logram, com esta partilha de espaço, uma empatia e uma solidariedade que conferem às suas obras um carácter solidário muito particular.
[Manuela Júdice | Vítor Ramalho]

[…] o título da exposição evoca também os modos como as próprias obras exploram processos ligados a práticas de habitar. Neste contexto, a cidade contemporânea e as suas dimensões sociais, culturais e políticas, e em particular as tensões entre local e global que incorpora, afirmam-se como uma das linhas de pesquisa mais fortes deste projecto, atravessando muitos dos trabalhos apresentados.
[Margarida Brito Alves | Giulia Lamoni | Filomena Serra]

terça-feira, 5 de maio de 2015

Oracular Spectacular: Desenho e animismo I Daniel Barroca, Rui Chafes, Alexandre Conefrey, Mattia Denisse, Otelo Fabião, Jorge Feijão, Rui Moreira, Pedro A.H. Paixão, Gonçalo Pena, António Poppe, Paulo Serra, Thierry Simões


Oracular Spectacular: Desenho e animismo
Vários autores

Edição bilingue – português/inglês

ISBN: 978-989-8618-62-7

Edição: Abril de 2015

Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 16 × 24 cm
Número de páginas: 264 (a preto e branco e a cores)

[ Co-edição: A Oficina, CIPRL ]

Catálogo publicado por ocasião da exposição «Oracular Spectacular: Desenho e animismo», de Daniel Barroca, Rui Chafes, Alexandre Conefrey, Mattia Denisse, Otelo Fabião, Jorge Feijão, Rui Moreira, Pedro A.H. Paixão, Gonçalo Pena, António Poppe, Paulo Serra, Thierry Simões [24 de Janeiro 2015 – 5 de Abril 2015, na Plataforma das Artes e da Criatividade / CIAJG, Guimarães], produzida pelo Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

Reenviando para o título da exposição, familiar a um alargado conjunto de pessoas por ser o título de um álbum de uma conhecida banda de música pop, mas de certa forma misterioso na formulação e na terminologia, procuramos relevar o cariz ou a natureza propiciatória, divinatória do desenho, que é tributário, por um lado, da rapidez, leveza e intuição, capacidades aliadas ao inconsciente, e, por outro lado, da minúcia, qualidade de pormenorização e de ordenação que, indiscutivelmente, possibilita. Assim, o desafio foi de revelar o modo particular como, num conjunto amplo de uni-versos artísticos, se processa, se formula o momento antes de mostrar, antes de fixar a forma ou a figura. No fundo, fazer aceder o espectador ao círculo que delimita o território interdito do ritual, o espaço do sagrado e do segredo do fazer artístico do qual o desenho participa. Oracular Spectacular convoca e faz conviver aparições, fantasmas, esconjurações, ocultações, camadas temporais e semânticas, corpos sem forma e formas sem corpo, cantos, orações e meditações, o ar e a terra, entidades humanas, vegetais e animais, num mesmo plano de significação. [Nuno Faria]

O desenho provém das zonas mais íntimas e luminosas de um artista, aquelas que o acompanham sempre e das quais ele não poderá fugir nunca. O desenho é uma linha contínua, permanente em toda a caminhada que um artista faz através do Mundo. É uma escrita de fogo, frágil e irredutível ao mesmo tempo. Para qualquer artista, é a linha mais curta entre a cabeça e a mão, entre o coração e a alma: é, sem dúvida, o trabalho mais íntimo de um artista. São estas frágeis linhas que são capazes de instaurar as mais profundas sombras neste mesmo Mundo. [Rui Chafes]