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domingo, 20 de setembro de 2015

Jorge Molder em Serralves


Apresentação dos livros 

Un Dimanche, de Jorge Molder
Negro Teatro de Jorge Molder , de Alberto Ruiz de Samaniego
Rei Capitão Soldado Ladrão, de Jorge Molder. 

24 de Setembro de 2015, quinta-feira, a partir das 19:00 horas

Os três livros em torno da obra de Molder, editados pela Documenta
serão apresentados ao público pelos autores.

Jorge Molder (Lisboa, 1947), Escritor e fotógrafo, tem formação académica em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa. Fez parte dos quadros da Fundação Calouste Gulbenkian como assessor, desde 1990. A partir de 1994 foi director do Centro de Arte Moderna. Como fotógrafo, Jorge Molder tem um muito relevante percurso nacional e internacional. Foi artista convidado na Bienal de São Paulo em 1994 e representou Portugal na Bienal de Veneza em 1999. Em 2007 ganhou o prémio AICA e, em 2010, o Grande Prémio EDP/Arte.

Alberto Ruiz de Samaniego (1966), professor de Estética da Universidade de Vigo. É autor, entre outros, dos livros: Maurice Blanchot: una estética de lo neutro (1999); Semillas del tiempo (1999); La inflexión posmoderna: los márgenes de la modernidad (2004); James Casebere (2005); Belleza de otro mundo. Apuntes sobre algunas poéticas del inmovilismo (2005); Ser y no ser. Figuras en el dominio de lo espectral (2013); Las horas bellas. Escritos sobre cine (2015).



Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Jorge Molder – un dimanche…», com curadoria de António Gonçalves, realizada na Galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 30 de Maio a 11 de Setembro de 2015.

Livro publicado por ocasião da exposição de Jorge Molder «Rico pobre mendigo ladrón» no Circulo de Bellas Artes em Madrid, de 5 de Fevereiro a 17 de Maio de 2015.

Catálogo da exposição com o mesmo nome realizada no âmbito da atribuição a Jorge Molder do Prémio Fundação EDP/Arte 2010, apresentada pela Fundação EDP e o Museu Nacional de Arte Contemporânea no Museu do Chiado, de 28 de Novembro de 2013 a 23 de Fevereiro de 2014.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Jorge Molder – Un dimanche… I Jorge Molder


Jorge Molder – Un dimanche…
Jorge Molder

Edição bilingue – português/inglês

ISBN: 978-989-8618-66-5

Edição: Maio de 2015

Preço: 11,32 euros | PVP: 12 euros
Formato: 14,5 × 20,5 cm (brochado)
Número de páginas: 64 (a cores)

[ Co-edição: Câmara Municipal de Famalicão – Galeria Ala da Frente ]


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Jorge Molder – un dimanche…», com curadoria de António Gonçalves, realizada para a inauguração pública da Galeria (municipal) Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 30 de Maio a 11 de Setembro de 2015.

A minha casa, você ainda se lembra dela, tem espelhos e vidros que nunca mais acabam. É isso que a multiplica e que me faz sentida vontade de percorrer sempre e imparavelmente o seu espaço. Não é como no caso dos malucos e dos que precisam de andar para pensarem. É mais uma espécie de dança e de meia conversa com fantasmas familiares. E, às vezes à noite, quando os vidros são mais negros e os espelhos devolvem mais reflexos, há um ou outro, embora raramente, que me dá pequenos sinais. [Do conto «Un dimanche…», Jorge Molder]

segunda-feira, 9 de março de 2015

Negro Teatro de Jorge Molder I Alberto Ruiz de Samaniego



Negro Teatro de Jorge Molder
Alberto Ruiz de Samaniego

Edição bilingue – português/castelhano

ISBN: 978-989-8566-96-6

Edição: Fevereiro de 2015

Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 14,5 × 20,5 cm [brochado]
Número de páginas: 184 [com imagens a cores]

[ Em colaboração com a Fundação EDP ]


Percorrer as imagens de Molder, que às vezes tão ferozmente nos interpelam, é como assistir à emergência inquietante de uma mascarada muito séria, um teatro enganoso em que a vítima, o testemunho, o fazedor na sombra, o vigilante e o carrasco encarnam no mesmo indivíduo, não tanto para consolação dos espectadores, nem, supostamente, por narcisismo, quanto para os enredar em estratégias de despersonalização, dominação, dissimulação e culpa, todo um teatro da crueldade e do mistério em que o sujeito aparece submerso ou refugiado numa espécie de cripta psíquica: um verdadeiro espaço de sedução medúsea — eis o que é a imagem e, especificamente, a imagem fotográfica — do qual, sem dúvida, nem ele nem os espectadores podem sair ilesos. [Alberto Ruiz de Samaniego]

Livro publicado por ocasião da exposição de Jorge Molder Rico pobre mendigo ladrón no Circulo de Bellas Artes em Madrid de 5 de Fevereiro a 17 de Maio de 2015.

Alberto Ruiz de Samaniego (1966), professor de Estética da Universidade de Vigo. É autor, entre outros, dos livros: Maurice Blanchot: una estética de lo neutro (1999); Semillas del tiempo (1999); La inflexión posmoderna: los márgenes de la modernidad (2004); James Casebere (2005); Belleza de otro mundo. Apuntes sobre algunas poéticas del inmovilismo (2005); Ser y no ser. Figuras en el dominio de lo espectral (2013); Las horas bellas. Escritos sobre cine (2015).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

«Rei Capitão Soldado Ladrão», de Jorge Molder



Rei Capitão Soldado Ladrão 
Jorge Molder 

Textos de 
Alberto Ruiz de Samaniego, Jean-Luc Nancy, João Pinharanda, José Manuel dos Santos, Juan Barja 

ISBN: 978-989-8566-36-2 

PVP: 39 euros (IVA incluído)

Formato: 19 x 29 cm  | Número de páginas: 320 (a cores) 

Nas livrarias na última semana de Fevereiro

Rei Capitão Soldado Ladrão é o catálogo da exposição com o mesmo nome realizada no âmbito da atribuição a Jorge Molder do Prémio Fundação EDP/Arte 2010, apresentada pela Fundação EDP e o Museu Nacional de Arte Contemporânea no Museu do Chiado de 28 de Novembro de 2013 a 23 de Fevereiro de 2014.
  

Jorge Molder (Lisboa, 1947), escritor e fotógrafo, tem formação académica em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa. Fez parte dos quadros da Fundação Calouste Gulbenkian como assessor, desde 1990. A partir de 1994 foi director do Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão. Como fotógrafo, Jorge Molder tem um muito relevante percurso nacional e internacional. Foi artista convidado na Bienal de São Paulo em 1994 e representou Portugal na Bienal de Veneza em 1999. Em 2007 ganhou o prémio AICA e, em 2010, o Grande Prémio EDP/Arte. 


«A obra de Jorge Molder tem-se construído, ao longo de várias décadas, através de imagens pensadas como séries, evidentes narrativas temático-visuais, carregadas de referências literárias, filosóficas, cinéfilas, sempre absorvidas pelo espaço-tempo individual do autor. No contexto do grupo de obras que vimos destacando, cada uma convive com a realidade exterior (não artística) de outros escritórios e de outros apartamentos; e também com as suas escadas escuras e elevadores envelhecidos, com sons mecânicos e humanos que neles vibram; e também com as ruas lá fora, com a luz coada das portadas e as sujas passagens entre saguões, com o bater das asas dos pombos nos beirais; e ainda com o sentir das sombras de quem sobe e de quem desce, com o ir sabendo os nomes de quem morre e de quem chega de novo para se sentar numa cadeira vazia ou numa cama lavada – dia após dia, ano após ano, até tudo se esvaziar e encher outra vez. É pela sua capacidade de serem exercícios pessoais e espelho de realidades universais que estes catálogos de obsessões tão bem nos servem.» 

João Pinharanda, «A Vida: Modo de Usar», Rei Capitão Soldado Ladrão