terça-feira, 27 de outubro de 2015

Verdes Moradas I W.H. Hudson

Verdes Moradas
W.H. Hudson

Tradução e apresentação de José Domingos Morais

ISBN: 978-989-99307-1-1

Preço: 22,64 euros | PVP: 24 euros
Formato: 14,5 × 20,5 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 336


Abel […] depara com alguém que tem forma humana, uma jovem de grande beleza que convive com a natureza, conhece as árvores e as ervas, é amiga das aves, das borboletas e dos insectos, dos animais, tanto dos que rastejam como dos que trepam pelas árvores ou andam a trote pelas campinas. O amor surge, não se sabe de onde, visita Abel e Rima — é este o nome da rapariga da floresta — e ambos se apaixonam. Abel descobre que a felicidade é possível de alcançar se porventura ele for capaz de viver em paz com a Natureza, respeitá-la e admirá-la e não a maltratar. E o lugar da felicidade será a sua verde morada.

Tal como Rima e tal como Abel, W.H. Hudson amava a Natureza e a Vida, embora esta nem sempre lhe tenha corrido como desejaria […]. Mas estou certo de que ao erguer-se, num local como Hyde Park, uma estátua de Rima, provavelmente a personagem mais amada por William Henry Hudson entre todas as que criou, ter-se-á prestado ao escritor […] não só a homenagem que merecia, mas ainda a que melhor se enquadra na mensagem que nos deixa, e que é um convite e um desafio para amar e proteger a Natureza e a Vida. [José Domingos Morais]

Exúvia, Gelo e Morte – A arte de Rui Chafes depois do fim da arte I Luís Quintais


Exúvia, Gelo e Morte – A arte de Rui Chafes depois do fim da arte
Luís Quintais

ISBN: 978-989-8566-93-5

Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 14,5 × 20,5 cm (brochado)
Número de páginas: 120

Edição bilingue: português-inglês

[Em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Ala da Frente)]

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Exúvia», de Rui Chafes, com curadoria de António Gonçalves, em colaboração com a Galeria Filomena Soares, realizada na Galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 17 de Outubro de 2015 a 23 de Janeiro de 2016.

Uma medida de melancolia ou uma hipótese elegíaca torna-se manifesta. O trabalho de Rui Chafes adquire tonalidades que o colocam do lado de uma certa consciência de que vivemos num mundo onde a beleza é um dilaceramento, uma contemplação do gelo, um confronto com uma inscrição violenta e ilegível que percorre a pele da terra, da Natureza, do rosto de humanos nas grandes metrópoles do abandono […]. [Luís Quintais]

Afinidades Electivas. Julião Sarmento Coleccionador




Afinidades Electivas. Julião Sarmento Coleccionador
Edição de Delfim Sardo

ISBN: 978-989-8618-83-2

Preço: 42,45 euros | PVP: 45 euros
Formato: 23 × 32 cm (brochado)
Número de páginas: 434 (com imagens a cores)

Edição bilingue: português-inglês

[Em colaboração com a Fundação Carmona e Costa e a Fundação EDP]


Catálogo publicado por ocasião da exposição «Afinidades Electivas. Julião Sarmento coleccionador», comissariada por Delfim Sardo e apresentada na Fundação EDP – Museu da Eletricidade, de 16 de Outubro de 2015 a 3 de Janeiro de 2016, e na Fundação Carmona e Costa, de 17 de Outubro a 12 de Dezembro de 2015.

Ao longo da vida, Julião Sarmento [Lisboa, 1948] fez as suas obras encontrarem as obras daqueles a quem muitas vezes chamou amigos. Elas encontraram-se e trocaram de lugar e de posse: o que era dele passou a ser deles e o que era deles passou a ser dele. E quando não foi assim, foi como se tivesse sido. Delfim Sardo chamou, por isso, a esta exposição «Afinidades Electivas» — e desta maneira Goethe foi para aqui chamado com tudo o que isso significa de uma energia vital que se abre à abundância variada, colorida e complexa do mundo.

Ao olharmos as muitas obras dos muitos artistas desta Colecção, conhecemos o íman de uma personalidade, a forma de uma vida, a intensificação de uma obra, a extensão de uma viagem, a fertilidade de um convívio. A regra que aqui se decifra é aquela estabelecida um dia por Charles Fourier: «As atracções (e os encontros) são proporcionais aos destinos.» [José Manuel dos Santos]

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Duas Mesas Uma Consola I José Pedro Croft


Duas Mesas Uma Consola
José Pedro Croft

Texto de Hellmut Whol

ISBN: 978-989-8618-81-8

Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 15,3 × 21,6 cm (encadernado)
Número de páginas: 56 (com imagens a cores)

Edição bilingue: português-inglês

[Em colaboração com a Galeria Bessa Pereira]


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Duas Mesas Uma Consola», de José Pedro Croft, realizada na Galeria Bessa Pereira — Design do Séc. XX, em Lisboa, de 24 de Setembro a 2 de Novembro de 2015.

[…] As três peças na exposição — uma mesa rectangular com uma dupla plataforma em pinho nórdico numa base de pau-rosa, uma mesa de apoio com duas interpenetrantes plataformas circulares em pau-rosa, com arestas em aço escovado, e uma consola em pinho nórdico — destinam-se a serem usadas. Concebidas tendo em mente o espaço da galeria onde são mostradas, são aquilo que são, e, enquanto peças de mobiliário, não foram transformadas naquilo que não são. [Hellmut Whol]

José Pedro Croft nasceu no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa. Estudou pintura na ESBAL e escultura com João Cutileiro. A sua obra transita sem hierarquias entre escultura, desenho e gravura. Está representado em numerosas colecções.

Vasco Araújo. Demasiado Pouco, Demasiado Tarde


Vasco Araújo. Demasiado Pouco, Demasiado Tarde

Textos de Nuno Faria, Vasco Araújo, Isabela Figueiredo, Pepetela

ISBN: 978-989-8618-77-1

Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 16 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 144 (a cores e a preto e branco)

Edição bilingue: português-inglês

[Co-edição: A Oficina, CIPRL]


Catálogo publicado por ocasião da exposição de Vasco Araújo «Demasiado Pouco, Demasiado Tarde», apresentada na Plataforma das Artes e da Criatividade / CIAJG, Guimarães, de 25 de Abril a 27 de Setembro de 2015.

O trabalho de Vasco Araújo (Lisboa, 1975) tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e sobre os seus efeitos tragicamente duradouros, do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e de submissão entre homens de lugares e culturas diferentes.

[…] aquilo que torna particular a investigação do artista em torno desta temática é o seu interesse nas relações domésticas, íntimas, não confessadas, entre-muros, à volta da mesa e na cama — relações tanto mais problemáticas, e consequentemente difíceis de circunscrever, quanto difusas, turvas, que misturam o exercício de poder, de controlo e de domínio com uma tessitura de relações humanas, de ordem afetiva ou sexual.

O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a história, a antropologia, a sociologia, para construir narrativas que se materializam em vídeo, escultura, pintura e fotografia. A exposição, produzida especificamente para o CIAJG, cruza diversas fontes, visuais ou de texto, recorre à história oral ou de proximidade, à literatura, ao património visual, da pintura de história à história da fotografia. [Nuno Faria]

quarta-feira, 7 de outubro de 2015