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terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Cuidado e Afectividade – Em Heidegger e na Análise Existencial Fenomenológica

Cuidado e Afectividade – Em Heidegger e na Análise Existencial Fenomenológica 
Irene Borges-Duarte


Prefácio de Edgar Lyra 

ISBN 978-989-8833-58-7 | EAN 9789898833587 

Edição: Dezembro de 2021 
Preço: 17,92 euros | PVP: 19 euros 
Formato: 14 × 21 cm (brochado, com badanas) 
Número de páginas: 280 

Colecção «Fenomenologia e Cultura» | Volume 2 

Com o apoio do PRAXIS


Irene Borges-Duarte: «E, embora não possamos não prestar atenção ao que dizem os media na nossa civilização tecnológica, podemos escapar ao seu controle contrastando as informações; sofrendo, muitas vezes, com o que tiramos a limpo desse contraste, mas rindo também, outras vezes, do que é ridículo ou do que é agradável e divertido. Em qualquer caso, sem sentimentalismo. Apenas no exercício despretensioso do bom humor, comunicativo e crítico, afectuoso e simples. Como quem desfruta de uma reunião de amigos, depois de um longo dia, e de poder sair com eles para tomar algo.» 



Tenho a satisfação de prefaciar este segundo número da coleção luso-brasileira «Fenomenologia e Cultura», publicada conjuntamente pelas editoras Documenta, Nau e PUC-Rio. Escrito pela professora Irene Borges-Duarte, Cuidado e Afectividade leva ao grande público análises fenomenológicas de temas contemporâneos de central relevância e traz, simultaneamente, contribuição de grande importância para a comunidade de estudiosos da obra de Martin Heidegger. 
O livro reúne 10 ensaios com histórico de apresentação e publicação em eventos e periódicos voltados para a tradição fenomenológica. Revistos ou reformulados, eles cobrem o extenso arco da filosofia heideggeriana, abordando afetos que vão da angústia e do tédio, mais comumente associados ao pensamento do autor de Ser e Tempo, a análises do amor, da reserva, do bom humor e da aventura. A noção de cuidado dá unidade ao conjunto. 
Diversos são os autores mobilizados no generoso projeto. Junto com interlocutores primários de Heidegger, predecessores ou contemporâneos, como Aristóteles, Agostinho de Hipona, Husserl, Freud, Schelere Löwith, muitos outros nomes são evocados no livro. Figuram entre os mais conhecidos, em ordem alfabética de sobrenomes: Giorgio Agamben, Luc Ferry, Michel Foucault, Carol Gilligan, Pierre Hadot, Vladimir Jankélévitch, HansJonas, José Ortega y Gasset, Fernando Pessoa, Georg Simmel, Bernard Stiegler e Donald Winnicott. Ludwig Biswanger e Medard Boss completam o elenco de referências. 
[Edgar Lyra] 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

«Arte e Técnica em Heidegger», de Irene Borges-Duarte



Arte e Técnica em Heidegger
Irene Borges-Duarte

ISBN: 978-989-8566-67-6

Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros

Formato: 16cmx22 cm (brochado)
Número de páginas: 240 (com reproduções a PB e a cores)

[ Em colaboração com o Instituto de Filosofia Prática ]


Entre os grandes motivos de Heidegger, a Arte é decerto um dos mais constantes, originais e, talvez, menos controversos, sendo recorrente em conferências e publicações durante cerca de 40 anos, que revelam até que ponto esta questão é central na sua trajectória filosófica. A esta questão junta-se-lhe a daTécnica que se entrelaça coma primeira, a ponto de podermos afirmar que, em muitos aspectos, é a sua outra face. São como o alfa e o ómega do mostrar-se veritativo do ser nas múltiplas configurações do seu pôr-se em obra, num discurso que não só é língua, mas também imagem, gesto, corpo: manifestação articulada do sentido das coisas e dos humanos no seu tempo e espaço próprios. São as duas cabeças do divino Jano: início e fim duma mesma dinâmica ontológica no espaço-tempo geo-histórico que habitamos. 

Irene Borges-Duarte é professora associada e investigadora do Instituto de Filosofia Prática na Universidade de Évora. Presidente da Associação Portuguesa de Filosofia Fenomenológica (desde 2011). Membro da Heidegger-Gesellschaft e da Sociedad Iberoamericana de Estudios Heideggerianos. Coordenadora do projecto de tradução e investigação «Heidegger em Português».