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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

A Body as Listening — Resonant cartography of music (im)materialities

 

A Body as Listening — Resonant cartography of music (im)materialities
Joana Sá


Concepção gráfica de Horácio Frutuoso

ISBN 978-989-568-075-7 | EAN 9789895680757

Edição: Dezembro de 2022
Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 17 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 244 (a cores)
Edição em inglês

Com o Teatro Praga (colecção «Série»)

Are you there? Can you touch this? (Listening is touching at the distance)

 



This book unfolds from the perspective of a musical practice by taking your body as part of this resonant cartography.

It will imply exploring all kinds of (im)possible resonant and vibratory processes.

All entities responsible for this book cannot, however, predict ‘what a body can do’ or take entire responsibility for ‘its’ actions or outcomes.

By navigating the two streams in this book, you agree with the fact that we do not provide the best experience, therefore agreeing to and feeding the possibility of failure.

quarta-feira, 11 de outubro de 2023

#aseriesofprotectivestyles. Volume I — A Coroa

#aseriesofprotectivestyles. Volume I — A Coroa
Petra.Preta


Concepção gráfica de Horácio Frutuoso

ISBN 978-989-568-076-4 | EAN 9789895680764

1.ª edição em Dezembro de 2022
Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 17 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 48 (a cores)

Com o Teatro Praga (colecção «Série»)

Petra vem de preta.

E… Sara, mas cura?

 

Sara Fonseca da Graça, aka Petra.Preta, n. 1992. Licenciada em teatro pela ESTC, é artista pluridisciplinar e arte-educadora. A forma de expressão não é o ponto de partida, é um veículo para ressignificar, transformar linguagens e criar imaginários seguros e de empoderamento para corpes negres.

………

No interior encontra-se um processo a meio do caminho, um guia para proteção; salvaguardar; preservar; resguardar; defender. O mapear de estratégias para um movimento interior, um percurso da margem para o centro.

IV. SUJEITE DE PROTEÇÃO: a) hidratar; b) nutrir; c) restaurar.

III. OS SEGREDOS: a) o afeto, práticas de afeto; b) a eficácia, práticas de eficácia; c) o poder, práticas de poder.

II. AS ROTAS: a) o que existe para ti vs. os teus tesouros; b) a construção vs. o que estás a construir; c) os teus tesouros vs. o que existe para ti.

I. O REPOUSO: a) a preparação; b) o restauro.

terça-feira, 20 de setembro de 2022

Anda, Diana — Diário Ficcional


Anda, Diana — Diário Ficcional
Diana Niepce

Design de Horácio Frutuoso

ISBN 978-989-9006-76-8 | EAN 9789899006768

Edição: 1.ª edição em Abril de 2021; 2.ª edição em Julho de 2022
Preço: 15,09 euros | PVP: 16 euros
Formato: 17 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 216

Com o Teatro Praga (colecção «Série»)


Na casa da janela partida, tiro a terra das meias e das botas.
Alguém entra no andar de cima.
Faço silêncio.
À mesa recordo a conversa com todos os que morreram. 
Acordo. 




Cambalhota, queda para trás, gancho de pés na corda. Os pés falham as cordase as pontas dos dedos das mãos amparam a queda. A cabeça recolhe, a cervical bate no colchão, ouço o barulho de ossos a partir. O corpo desliga. O corpo levita. As pernas flutuam, os braços mexem e eu não sinto nada. 
Estou a arder. Doem-me os ombros. Sinto as clavículas coladas ao pescoço e as articulações em curto-circuito. Queimam-me. 

Diana Niepce (1985)é bailarina, coreógrafa eescritora. Formou-se na Escola Superior de Dança (Lisboa), fez Erasmus naTeatterikorkeakoulun (Helsínquia), uma pós-graduação em Artee Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, completou a formação CGPAE do Forum Dança e é também professora habilitada de hatha yoga. 
É criadora da peça de circo contemporâneo Forgotten Fog (2015) e das peças de dança Raw a Nude (2019), 12 979 Dias (2019), Dueto (2020) e Duetos (2020). Enquanto bailarina e performer colaborou com o Bal Moderne| Rosas, Felix Ruckert, Willi Dorner, AntonioTagliarini, Daria Deflorian, La Fura dels Baus, May Joseph, Sofia Varino, Miira Sippola, Jérôme Bel, Ana Borralho e João Galante, Ana Rita Barata e Pedro Sena Nunes, Mariana Tengner Barros, Rui Catalão, Rafael Alvarez, Adam Benjamin, Diana de Sousa e Justyna Wielgus. Fez direcção artística e foi docente na Formação de Introdução às Artes Performativas para Artistas com Deficiência na Biblioteca de Marvila — CML (2020). 
Publicou um artigo no livro Anne Teresa de Keersmaeker em Lisboa (ed. EGEAC / INCM), o conto infantil Bayadère (ed. CNB), o poema «2014» na revista Flanzine e o artigo «Experimentar o corpo» no jornal de artes performativas Coreia. Foi jurada do prémio Acesso Cultura 2018 e do Festival InShadow 2018.

Matchundadi: Género, Performance e Violência Política na Guiné-Bissau


Matchundadi: Género, Performance e Violência Política na Guiné-Bissau
Joacine Katar Moreira 

Prefácio de Pedro Vasconcelos
Design de Horácio Frutuoso

ISBN 978-989-9006-31-7 | EAN 9789899006317

Edição: 1.ª edição em Abril de 2020; 2.ª edição em Julho de 2022
Preço: 15,09 euros | PVP: 16 euros
Formato: 17 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 216

Com o Teatro Praga (colecção «Sequência»)


«A cultura di matchundadi tem sido o motor da vida política guineense e sem a exacerbação e a institucionalização desta forma de masculinidade hegemónica, o sumo que tem regado a política guineense desapareceria. Entre tramas, traições, mortes, destituições, eleições, nomeações, transições políticas e golpes de Estado.» 
[Joacine Katar Moreira]




Indispensável. Numa palavra seria esta a qualificação do livro de Joacine Katar Moreira que aqui se apresenta. E indispensável por múltiplas razões: porque permitirá à leitora e ao leitor aprender tanto como aprendi eu sobre a história contemporânea da Guiné-Bissau; porque desenvolve uma análise fina e sofisticada de como essa história foi e é, também, organizada por um dos processos primordiais de todas as sociedades humanas – o género; porque aponta claramente um dos elementos centrais, até aqui oculto de toda e qualquer análise sobre a realidade guineense, geradores da instabilidade e violência dos processos sociopolíticos da Guiné-Bissau – as formas de (hiper)masculinidade hegemónica que monopolizam a competição pelo poder estatal. 
[Pedro Vasconcelos] 

A cultura di matchundadi, hipermasculina, move-se dentro das estruturas do Estado, procurando fazer da matchundadi endémica uma matchundadi sistémica. Ou seja, procura institucionalizar um modus operandie uma visão do mundo na qual impera a lei do mais forte, do mais poderoso e sobretudo do mais violento, ao mesmo tempo que esta hipermasculinidade traduz as características associadas aos homens e às masculinidades, tais como a redistribuição dos recursos, a protecção (e enriquecimento) do seu clã e a ameaça permanente aos adversários políticos. Assim, a cultura di matchundadié altamente performativa mas com consequências que colidem com o ambiente democrático e a paz social, pois vive do mimetismo político e assenta no confronto constante, na demonstração de força de uns sobre outros.
[Joacine Katar Moreira]