Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Rosa Dias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fernando Rosa Dias. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Debate em torno do livro «Vida a Crédito — Arte Contemporânea e Capitalismo Financeiro», de Tomás Maia

 

25 NOVEMBRO 2022 > 10h00-13h00 I FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA, AUDITÓRIO LAGOA HENRIQUES

Com a presença de Tomás Maia, Fernando António Baptista Pereira e Fernando Rosa Dias

Sessão Aberta no âmbito da unidade curricular de Teorias da Arte do Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento, presencial e aberta ao público.

sábado, 18 de abril de 2020

Santa Rita Pintor — Polémicas e Controvérsias I Fernando Rosa Dias (coord.)


Santa Rita Pintor — Polémicas e Controvérsias
Ana Bailão, Carlos Silveira, Fernando Cabral Martins, Fernando Rosa Dias, Guilherme Floro de Santa Rita, João Macdonald, João Mendes Rosa, Luís de Barreiros Tavares, José Leite, Luís Leite, Luís Lyster Franco, Marta Soares, Raquel Henriques da Silva, Sofia Marçal.

Coordenação de Fernando Rosa Dias

ISBN 978-989-9006-20-1 | EAN 9789899006201

Edição: Dezembro de 2019
Preço: 21,70 euros | PVP: 23 euros
Formato: 17 x 24 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 208 (cadernos a cores)

Com a CIEBA


A redescoberta de Santa Rita não termina aqui.  Mas que este livro seja, no presente, um devido contributo. 


Este livro é o resultado de dois dias de conferências, debates e de uma exposição artística e documental, que decorreram na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, nos dias 3 e 4 de Maio de 2018. O evento pretendeu homenagear  e discutir a polémica figura de Santa Rita Pintor, decorridos cem anos do seu falecimento, a 29 de Abril de 1918. 
O referido evento foi constituído por uma exposição bibliográfica na Biblioteca da Faculdade de Belas-Artes e outra na Academia Nacional de Belas-Artes, com obras e documentação desta instituição e da Faculdade de Belas-Artes 
[…]. 
O propósito deste livro não é o de realizar uma pesquisa específica em  torno da biografia artística de Santa Rita Pintor, mas o de colocar em diálogo vários especialistas que trabalharam a sua obra, segundo focos ou abordagens, em geral e fatalmente problemáticos. Salvaguardados com estes princípios a orientar os textos, houve uma gestão da diversidade de autores e das respectivas abordagens à obra de Santa Rita Pintor, aceitando-se a riqueza dessa multiplicidade de perspectivas. Integrando essa pluralidade, este livro organizou-se em partes que estruturam os textos pelas suas abordagens: uma primeira parte avaliando a recepção e o lugar historiográfico da figura de Santa Rita Pintor; uma segunda parte sobre a sua fase académica e os primeiros anos de Paris; uma terceira em torno da sua fase futurista. Segue-se outra parte com entrevistas e depoimentos de familiares de Santa Rita e uma parte final com uma biografia do artista, acompanhada com iconografia e reproduções de obras e textos. Esta organização dos conteúdos procurou assim acentuar a diversidade dos textos, dos estilos e das interpretações em redor da obra e da figura de Santa Rita Pintor, com a plena consciência de que este é um trabalho sempre inacabado. Quando estávamos nos trabalhos de edição soubemos que foi encontrado um desenho assinado no acervo da ANBA, certamente uma das obras que o artista enviou como bolseiro de Paris em finais de 1910. A redescoberta de Santa Rita não termina aqui. Mas que este livro seja, no presente, um devido contributo. 
[Fernando Rosa Dias]

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Inês Teles


Inês Teles

Textos de Maria Joana Vilela, João Pinharanda e Fernando Rosa Dias

ISBN 978-989-8902-50-4 | EAN 9789898902504

Edição: Dezembro de 2018
Preço: 18,87 euros | PVP: 20 euros
Formato: 20 x 26,7 cm (brochado)
Número de páginas: 112 (a cores)

Edição bilingue: português-inglês



Cada obra surge perante nós como uma pausa no devir do estado das coisas. A delicadeza de cada acto criativo não quer impor nenhuma forma ao mundo, não quer acrescentar nem subtrair nada, mas apenas apresentar um novo modo do ser das coisas.


De mexer na pintura o artista persegue o vício da descoberta. Imerge as mãos, procura fissuras, transparências, entradas de luz. Faz por iluminar o escuro denso da tinta, líquida, mas espessa. Toca primitivamente a matéria. Age dependente do mistério que se oculta, ensaiando uma atenção laboriosa que aprofunda ainda mais o mergulho. Em profundidade se deixa por muito tempo até que o pensamento se funde com o gesto e se instrumentaliza em função do trazer.
[Maria Joana Vilela]

Na pintura de Inês Teles encontramos pequenos jogos de percepção que nos colocam no campo de algumas grandes questões formais da história da arte que o modernismo explicitou: o entendimento (sempre por codificação e descodificação) da figura e do fundo, do suporte/superfície da obra (do seu corpo ou do seu dentro) e do espaço arquitectónico (mas também social) da sua apresentação, o entendimento da centralidade da composição e dos seus motivos (figuras) ou da sua deslocação dos eixos ortogonais, o entendimento da(s) cor(es) e dos modos de incorporação/revelação da luz, dos gestos de pintar e da sua performatividade…
[João Pinharanda]

Cada obra de Inês Teles em situação de exposição não pretende ser a afirmação de uma presença, não deseja ser um acto imperativo de inscrição, mas apenas a suspensão de um processo de transformação que não quer ser coercivo nem subjugar a matéria. As metamorfoses que se animam são inerentes à matéria, como quem perscruta e atende zonas de passagem de vida própria. Os sentidos das suas obras são halos dessas acções sensíveis de transformação, como quem recuou a um estado puro de alquimia, na relação directa com os materiais, para acolher os perfumes alquímicos da matéria.
[Fernando Rosa Dias]

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Inês Teles na Sistema Solar I Chiado [lançamento]


Lançamento do livro de
Inês Teles

Conversa com 
Inês Teles, Maria Joana Vilela e Fernando Rosa Dias


30 de Janeiro, quarta-feira, às 18h00

Livraria Sistema Solar | Chiado
Pátio Siza - R. Garrett, 10 | R. do Carmo, 29 | Terraços do Carmo
Telefone 212 460 505 livraria.chiado(arroba)sistemasolar.pt 
segunda-sábado: 12h-19h30m.


«A edição, bilingue (português-inglês), reúne um conjunto de imagens que documentam o trabalho da artista Inês Teles, seleccionando as obras mais relevantes dos últimos anos. Inclui textos de Maria Joana Vilela, João Pinharanda e Fernando Rosa Dias. Estas reflexões debruçaram-se sobre a investigação da artista, cruzando-a com novas referências, autores, ou que a partir dela criaram textos que problematizam a expressão artística.»