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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

"Tirée par... A Rainha D. Amélia e a Fotografia", no Porto

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Inauguração da exposição
Tirée par... A Rainha D. Amélia e a Fotografia
21 de Janeiro, pelas 11h30
Centro Português de Fotografia
Edifício da ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto
Largo Amor de Perdição - 4050-008 Porto


A exposição, comissariada por Luís Pavão, reúne cerca de 130 imagens das colecções do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e do Palácio Nacional da Ajuda e é produzida em parceria pela Fundação da Casa de Bragança, Palácio Nacional da Ajuda e Centro Português de Fotografia. 


21 de Janeiro de 2017 - 21 de Maio de 2017

terça-feira, 17 de maio de 2016

Tirée par… A Rainha D. Amélia e a fotografia I Paulo Leme, Maria de Jesus Monge, Luís Pavão, José Alberto Ribeiro


Tirée par… A Rainha D. Amélia e a fotografia
Paulo Leme, Maria de Jesus Monge,
Luís Pavão, José Alberto Ribeiro

ISBN: 978-989-8834-22-5

Edição: Abril de 2016

Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 22,5 × 22,5 cm [brochado]
Número de páginas: 180, a cores

[Edição com a Fundação Casa de Bragança]



Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Tirée par…, a Rainha D. Amélia e a fotografia», organizada pela Fundação da Casa de Bragança, com a curadoria de Luís Pavão, apresentada no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, de 29 de Setembro de 2015 a 12 de Janeiro de 2016, no Paço Ducal de Vila Viçosa, de 6 de Maio a 11 de Setembro de 2016, e no Centro Português de Fotografia, no Porto, de 11 de Novembro de 2016 a 8 de Janeiro de 2017.

Tirée par Maman, Tirée par Louise, Tirée par Phillipe et moi…, Tirée par le Prince, Tirée par le Marquis de Fronteira, Tirée par Benoliel, Tirée par Santos… podemos ler nos subtítulos das fotografias, nos álbuns da Rainha D. Amélia. Ao mostrar o interesse da Rainha D. Amélia pela fotografia, estamos a celebrar os 150 anos do seu nascimento, que se completaram a 28 de Setembro de 2015. E celebramos também os 176 anos de vida da fotografia, a sua universalidade e presença constante na vida de todos. Passados 170 anos a fotografia continua, em todas as suas formas físicas, presente e constante mais do que nunca nas nossas vidas.
Esta exposição tem como fonte principal a colecção de fotografia do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança (MBCB) e a colecção do Palácio Nacional da Ajuda (PNA).
Durante o ano de 2015 tive a oportunidade de consultar e estudar com algum pormenor esta colecção em Vila Viçosa, enquanto decorreu o trabalho de inventário das cerca de 50 000 fotografias que a colecção contém. Na sua maioria são provas fotográficas, com diversos autores e vários processos técnicos de impressão, reunidas pela Família Real e em particular pela iniciativa e interesse da Rainha D. Amélia. Ao percorrer esta colecção, sentimos que a Rainha D. Amélia nunca perdeu o seu interesse na fotografia, nunca desistiu, mesmo nos momentos particularmente difíceis da sua vida, que foram muitos. A fotografia acompanhou-a sempre e esta colecção pode caracterizar-se pela sua continuidade e abrangência, na vida de D. Amélia. Não foi apenas um entusiasmo pontual. [Luís Pavão]

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

«Um Homem tem Duas Sombras – Paisagens, (auto)retratos, objectos e animais» | Carlos Relvas

Um Homem tem Duas Sombras – Paisagens, (auto)retratos, objectos e animais 
Carlos Relvas

Textos de Luís Pavão e Nuno Faria 

 [edição bilingue] 

ISBN: 978-989-8474-24-7 

Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros 

Formato: 16x22 cm (brochado) 
Número de páginas: 264 (com reproduções a PB e a cores) 

[ Co-edição: A Oficina, CIPRL ]


Catálogo publicado por ocasião da exposição «Um homem tem duas sombras» [26 de Abril de 2014 – 8 de Junho 2014, na Plataforma das Artes e da Criatividade / CIAJG, Guimarães], produzida pelo Centro Internacional das Artes José de Guimarães em parceria com a Casa-Estúdio Carlos Relvas.

A exposição aborda o trabalho em fotografia de Carlos Relvas [1838-1894], procurando mostrar a singularidade de uma obra que, na segunda metade do século XIX, surgiu como um clarão no contexto da eclosão da fotografia em Portugal e na Europa. Mostra e publicação procuram dar a ver o universo autoral de Carlos Relvas à luz da contemporaneidade onde, apesar da paralaxe temporal, pertence por vocação. Constitui-se seguramente como um dos mais fascinantes e obscuros casos de estudo do panorama artístico em Portugal e pertence por direito ao campo das excepções. Nascido na Golegã em 1838, o autor aí desenvolve a sua actividade criativa entre 1862 e a sua morte, em 1894. Durante esse período concebeu e acompanhou a construção de dois estúdios – o segundo pontifica, ainda, como um dos mais notáveis exemplos arquitectónicos de estúdio fotográfico – e desenvolveu uma prática singular no campo da fotografia, pautada pelo desenvolvimento de inúmeros procedimentos técnicos e por uma sistemática e obsessiva busca em torno das possibilidades da imagem. A obra de Carlos Relvas incorpora uma dupla descoberta: da própria fotografia e do mundo – duas realidades simultaneamente íntimas e estranhas uma à outra.
Assim, podemos dizer que Carlos Relvas explora, como dois vasos comunicantes, a imagem da realidade e a realidade da imagem: utiliza a câmara para captar vistas do entorno, essa realidade sempre transitória e impermanente, aprende e desenvolve processos técnicos que lhe permitem fixar e revelar essas imagens. Mas, mais importante ainda, define e constrói a sua perspectiva sobre aquilo que o rodeia, constituindo-se, a partir daí, como indivíduo no mundo – a fotografia é uma forma de filosofia, de procura de conhecimento. [Nuno Faria]