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segunda-feira, 21 de novembro de 2022
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Um momento único com os Beatles no Barreiro
A Associação Cultural Ephemera, e a Associação Desenvolvimento Artes e Ofícios (ADAO) organizam no dia 6 de Dezembro no Barreiro uma sessão dedicada aos Beatles, com a participação, entre outros, dos músicos Fast Eddie Nelson e Francis Mann, do radialista Luís Filipe Barros e do declamador José Zaluar.
A sessão, com início às 21h30 na sede da ADAO, um antigo quartel dos Bombeiros Voluntários Sul e Sueste, inclui duas exposições, uma do fotógrafo Rui Serrano, subordinada ao tema «Ephemera Eterna», e outra sobre os Beatles, com objectos raros e curiosos, como casacas do Sgt Peppers, guitarras e até papel higiénico (limpo) dos estúdios de Abbey Road.
Estará exposto também um tijolo da degradada Estalagem do Gado Bravo onde Paul McCartney e Jane Asher estiveram em 1965, bem como uma maçã que a Apple ofereceu em 1995 em Londres no lançamento da «Anthology» e que tem sido conservada até agora no congelador de um frigorífico doméstico.
Há ainda a exposição da colecção completa das capas portuguesas dos EP dos Beatles, única em todo o Mundo, bem como de todos os conjuntos portugueses que gravaram Beatles nos anos 60.
E haverá surpresas.
Organizada por Luís Pinheiro de Almeida, a exposição tem ainda a participação de outros fãs como Cláudia Ribeiro, Duarte Vilardebó Loureiro, Eduardo Pinto, João Pinheiro de Almeida, Paulo Bastos, Paulo Marques, Teresa Lage e também do Ephemera.
Rui Serrano, fotógrafo-artista, também do Barreiro, apresenta, em forma de exposição fotográfica, a sua visão sobre o quotidiano do último ano de funcionamento do arquivo da Ephemera no Barreiro, projecto a que gosta de chamar: Ephemera Eterna.
A primeira parte de «Beatles no Barreiro» é preenchida pela apresentação do livro Com os Beatles, Caro Jó, uma crónica social dos anos 60 registada por Luís Pinheiro de Almeida, feita por José Pacheco Pereira, cujo arquivo ficará depositário das cartas originais incluídas no livro editado este ano pela Documenta (Sistema Solar).
O declamador José Zaluar lerá uma ou duas cartas para ilustrar o momento.
Segue-se a comemoração dos 50 anos de «Abbey Road», considerado um dos melhores álbuns dos Beatles.
O historiador Filipe Barroso, 34 anos, discorrerá sobre o álbum e a sua importância, enquanto o músico, compositor, produtor e instrumentista, Francis Mann, explicará, com exemplos, como os Beatles fizeram o LP.
Segue-se a música ao vivo, também ela com as suas originalidades.
O experiente e aclamado músico barreirense Fast Eddie Nelson sobe ao palco com a sua banda para um alinhamento brutal de canções únicas de uma das suas influências musicais.
Francis Mann, co-fundador dos Xutos e Pontapés, mas que foi muito mais longe do que isso como, por exemplo, produtor dos Diva, músico convidado na Sétima Legião e artista a solo com êxitos reconhecidos, alinhavou com Duarte Vilardebó Loureiro, que foi de Pedro e os Apóstolos, um inédito «set» acústico que vai ser uma das grandes surpresas da noite.
«Beatles no Barreiro» termina com o radialista Luís Filipe Barros, herói do «Rock Em Stock», que idealizou uma hora de música dos Beatles para deleite da assistência que ainda ouvirá DJ locais a transbordar música do conjunto de Liverpool por nomes da actualidade.
A entrada é gratuita.
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
terça-feira, 20 de agosto de 2019
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Com os Beatles, Caro Jó I Luís Pinheiro de Almeida
Com os Beatles, Caro Jó
Luís Pinheiro de Almeida
Apresentação de Marcelo Rebelo de Sousa
Textos de Albino Reis, Pedro de Freitas Branco, Vítor Soares
ISBN 978-989-8902-88-7 | EAN 9789898902887
Edição: Junho de 2019
Preço: 13,21 euros | PVP: 14 euros
Formato: 17 x 24 cm (brochado)
Número de páginas: 106 (a cores)
«Olha, tenho os autógrafos dos Beatles. Não leste no jornal? Os gajos passaram aqui por Lisboa. Ficaram dois dias e foram fazer um espectáculo ao Monumental.»
Luís Pinheiro de Almeida foi um dos mais destacados colegas da minha turma de 1966, na Faculdade de Direito de Lisboa. […]
Com o correr dos anos, afastámo-nos nos nossos percursos. Sobretudo até que a Internet, pelo começo do século, o converteu num dos meus mais assíduos interlocutores semanais, quase diários. Acompanhando tudo e tudo comentando com argúcia e sugerindo com ironia.
Pude, assim, acompanhar a sofisticação da sua Beatlomania. Que havia passado da paixão ingénua do adolescente a chegar à idade adulta para um misto de teórico e compilador sobre a temática, perseguindo dados, descobrindo pistas, alimentando obras sobre o que já não era um passatempo, nem uma nostalgia de outras eras, antes se convertera num dos centros da sua vida. […]
Aqui vai, Luís, o meu texto. Prometido há séculos.
Para te agradecer a recordação de há mais de cinquenta anos. E para te dizer como admiro essa tua maneira de não envelheceres. Encontrando nos Beatles uma forma de continuar a sonhar como sonhavas há meio século…
[Marcelo Rebelo de Sousa]
Nasci em 1967, não tendo, por isso, oportunidade de conhecer o Luís Pinheiro de Almeida enquanto jovem. Afinal, talvez a perda não seja tão decisiva quanto eu julgava ser. As cartas não mentem, e revelam, além da sua importância histórica, como o Luís enquanto adulto não é assim tão diferente. Elas são o fiel retrato de quem viveu, e ainda hoje incarna, o genuíno espírito renascentista dos anos 60. Estas cartas são o testemunho de quem estava lá!
[Pedro de Freitas Branco]
Luís Pinheiro de Almeida nasceu e viveu em Coimbra até aos 17 anos. Foi aí que, em 1963, ouviu pela primeira vez os Beatles e partilhou a sua nova paixão com os amigos do Bairro e do Liceu. Em 1965, quando veio viver para Lisboa, descobriu um novo mundo que passou a relatar, quase diariamente, aos seus amigos de Coimbra.
As cartas que escrevia para o amigo Jó (Jorge Carvalho, falecido em 2017), na altura vocalista do grupo Protões, com o registo do que acontecia em Lisboa sobre discos, rádio, cinema, bailes, jornais, concertos, vivências, tudo, ajudaram, segundo Jó, a encurtar a distância entre Coimbra — uma cidade onde não existia informação — e o Mundo.
Agora, é graças a Jó, que guardou essas cartas durante 50 anos, que podemos descobrir como era, nos anos 60, o dia-a-dia de um miúdo de 17 anos… fã dos Beatles, em Lisboa.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
«[…] é um dos melhores retratos geracionais, culturais e de "mundo" da geração dos anos 60.» I José Pacheco Pereira
«O nosso "team musical", "os da Beatlomania", etc., liderado pelo Luís Pinheiro de Almeida, continua a organizar os fundos vastíssimos do Mundo da Canção. Estão a ser limpos, organizados e inventariados, sendo substituídas as caixas antigas deterioradas por novas. O Luís publicou esta semana um livro de cartas que enviou nos anos 60 com o título Com os Beatles Caro Jó, que, a julgar por algumas cartas lidas ao telefone, é um dos melhores retratos geracionais, culturais e de "mundo" da geração dos anos 60. A dificuldade de ler as cartas ao telefone é grande porque são tão divertidas e "vivas" que o riso é convulsivo. Vamos ter de apresentá-lo em todos os nossos pontos de recolha, a começar pelo Barreiro. Urbi et Orbi.»
José Pacheco Pereira, «Ephemera — Biblioteca e Arquivo de JPP»
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Beatles na Documenta e na Feira do Livro de Lisboa
Apresentação do livro
Com os Beatles, caro Jó, de Luís Pinheiro de Almeida,
por Fernando Correia de Oliveira.
7 de Junho de 2019
Feira do Livro de Lisboa, Parque Eduardo VII.
terça-feira, 4 de junho de 2019
Luís Pinheiro de Almeida, com os Beatles, na Feira do Livro de Lisboa [convite]
Luís Pinheiro de Almeida nasceu e viveu em Coimbra até aos 17 anos. Foi aí que, em 1963, ouviu pela primeira vez os Beatles e partilhou a sua nova paixão com os amigos do Bairro e do Liceu.
Em 1965, quando veio viver para Lisboa, descobriu um novo mundo que passou a relatar, quase diariamente, aos seus amigos de Coimbra.
As cartas que escrevia para o amigo Jó (Jorge Carvalho, falecido em 2017), na altura vocalista do grupo Protões, com o registo do que acontecia em Lisboa sobre discos, rádio, cinema, bailes, jornais, concertos, vivências, tudo, ajudaram, segundo Jó, a encurtar a distância entre Coimbra — uma cidade onde não existia informação — e o Mundo.
Outro amigo de Coimbra, Rui Mesquita Branco, conta que quando recebia as cartas do Luís, o Jó convocava os amigos para sua casa e as novidades eram «devoradas linha a linha» por todos.
Agora, é graças a Jó, que guardou essas cartas durante 50 anos, que podemos descobrir como era, nos anos 60, o dia-a-dia de um miúdo de 17 anos… fã dos Beatles, em Lisboa.
As cartas reunidas neste livro são um verdadeiro documento porque nos falam, na linguagem da época, dos discos, dos tops, dos programas de rádio, dos filmes, dos namoros, das férias de um teenager português numa época muito diferente da de hoje.
O livro de Luís Pinheiro de Almeida — com prefácio do colega de Faculdade do autor, Marcelo Rebelo de Sousa — vai ser lançado sexta-feira, dia 7 de Junho de 2019, às 17h, no Auditório da Feira do Livro de Lisboa.
quinta-feira, 30 de maio de 2019
sábado, 24 de maio de 2014
LUIS PINHEIRO DE ALMEIDA em entrevista ao jornal i
Foto de José Fernandes
Luís Pinheiro de Almeida e a Biografia do IÉ-IÉ,
por Maria Ramos Silva (jornal i)
quinta-feira, 22 de maio de 2014
FESTA DO IÉ-IÉ é já no próximo sábado...
Duarte Vilardebó
FESTA DO IÉ-IÉ
com
Apresentação do livro Biografia do Ié-Ié, de Luís Pinheiro de Almeida, por Nuno Galopim.
Actuação de conjuntos (ver convite), explicados por Teresa Lage.
CINE TEATRO DA ENCARNAÇÃO | LISBOA
24 de Maio de 2014, SÁBADO | 17 horas
CINE TEATRO DA ENCARNAÇÃO | LISBOA
24 de Maio de 2014, SÁBADO | 17 horas
segunda-feira, 28 de abril de 2014
SABIA QUE...
Fausto Bordalo Dias, o mais lusíada dos cantores portugueses, cantava Beatles num conjunto ié-ié angolano?
Rui Nazareth, um dos pioneiros do rock nacional, é hoje um reputado físico nuclear no Brasil?
Júlio Pereira, o especialista em cavaquinho e viola braguesa, fez parte dos Playboys, considerados os “Bee Gees portugueses”?
José Cid, um dos mais eclécticos músicos portugueses, está por detrás da famosa “Gaivota” de Ermelinda Duarte?
Kátia Guerreiro fez um pé de dança nos Charruas, de Santarém?
Carlos Correia, o famoso Bóris, elemento-chave na “Grândola” de José Afonso, foi músico ié-ié em Coimbra, onde hoje é professor catedrático e Doutor em Física?
Mário Assis Ferreira, antigo presidente de casinos, foi guitarrista e manager do Quinteto Académico?
Vinte anos antes de “Chico Fininho”, já Daniel Bacelar e os Conchas cantavam rock português?
Fernando Tordo, muito antes da estrondosa abalada para o Brasil, fez parte de três conjuntos ié-ié: Golden Stars, Deltons e Sheiks?
Os Sheiks foram a banda de suporte do único disco português da luso-francesa Catherine Ribeiro, tida como a Nico francesa?
A Chave foi em 1969 o primeiro conjunto português a tocar cítara?
Luís Rego, futuro músico/actor dos Charlots, foi o primeiro artista português a musicar Fernando Pessoa?
Daniel Proença de Carvalho foi em Coimbra um dos pioneiros da música moderna portuguesa na viola-baixo?
Rui Pato, habitual viola de José Afonso, foi músico ié-ié nos Scoubidous?
Os Chinchilas queriam tanto vencer o Concurso Ié-Ié no Teatro Monumental que se inscreveram com nomes diferentes?
António Martins da Cruz, que foi ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva, fez parte do júri?
A boîte Caruncho tinha uma DJ mulher…?
Os Conchas eram os “Everly Brothers portugueses” e Daniel Bacelar o “Ricky Nelson português”?
Nem o Conjunto Académico João Paulo nem os Titãs, dois dos principais conjuntos ié-ié, quiseram participar no Concurso do Monumental, os Sheiks acabaram por desistir por uma questão de datas e os Claves ganharam, com polémica, aos Rock’s, de Eduardo Nascimento (Angola)?
Arquitecto na Suíça, Sousa Pinto teve a tocar no seu conjunto o actual deputado e antigo ministro do PS José Lello, que também tocou nos Titãs e teve uma carreira a solo?
Ana Delgado, a primeira voz feminina do ié-ié português, é hoje docente universitária em Leipzig?
Daniel Bacelar é autor e intérprete das primeiras canções ié-ié de sempre: “Fui Louco Por Ti” e “Nunca”?
Luís Moutinho, professor universitário na Escócia, filho de Pedro Moutinho e de Maria Leonor, duas das principais vozes da rádio de então, era considerado o “Ringo Starr lusitano”? Com Fernando Tordo fez os Deltons e o manager era Rui Oliveira Costa, conhecido comentador desportivo?
Luís Jardim, júri profissional de concursos televisivos, era, aos 15 anos, viola-ritmo dos Demónios Negros, do Funchal, e cantava em português “Yesterday”, dos Beatles?
António Pinho, letrista da Filarmónica Fraude e da Banda do Casaco, começou como baterista dos G-Men?
Henrique José, filho de Max, da “Mula da Cooperativa”, integrou os Diamantes Negros, de Sintra?
O Duo Ouro Negro começou como trio?
Cândido Mota, actor e famosa voz da rádio, fez parte dos Baby Twisters com Edmundo Falé que também foi dos Ekos?
Eduardo Nascimento foi recordista angolano em 200 metros bruços?
Os Ekos inauguraram a famosa boîte 7 ½, em Albufeira, onde conheceram Cliff Richard que os aconselhou a cantar em português?
Por terem perdido o Concurso Ié-Ié, os Espaciais mudaram de nome para Psico e ganharam o festival do CITU?
O conhecido chèf de cozinha Michel Costa foi baterista dos Fanatic’s, conjunto formado no Liceu Francês, em Lisboa?
Teresa Paula Brito seria a única presença feminina do abortado Festival dos Salesianos que a Polícia de Choque não permitiu que se realizasse?
O jornalista-escritor João Alves da Costa fez parte dos Jets, cuja capa psicadélica do seu único EP, da autoria de Carlos Fernandes, figura como “tesouro escondido” nos livros internacionais da especialidade?
O antigo presidente da Sony em Portugal, Carlos Pinto, foi a voz de “Penina” que Paul McCartney ofereceu aos Jotta Herre?
António Santos, antigo jornalista da RTP e assessor de Imprensa de António Guterres, fez parte dos Rapazes?
Os Sheiks deram 4 vencedores do Festival RTP da Canção?
O cineasta Rui Simões, “Deus, Pátria, Autoridade” (1976), “Bom Povo Português” (1980), “Ruas da Amargura” (2012), “Guerra ou Paz” (2014), foi o primeiro manager dos Sheiks e o segundo foi Rui Oliveira Costa?
Jorge Palma começou com os Jets, mas mais a sério com o Sindicato. Aprendeu a tocar viola com Carlos Bastos que foi dos Chinchilas?
Paulo Alexandre, o eterno “Verde Vinho”, começou nos discos com os Telstars, os chamados “Shadows portugueses”?
Os Titãs fizeram em 1963 a primeira versão eléctrica de sempre de uma canção de José Afonso.
Os Tubarões consideravam que a Dona Urraca, nome que tinham dado à carrinha VW pão de forma, fazia parte do conjunto?
Eduardo Ferro Rodrigues, futuro secretário-geral do PS e ministro, foi um dos colaboradores do programa “23ª Hora” da Rádio Renascença?
Victor Gomes, um dos mais icónicos “rockers” portugueses, foi hoquista, pugilista, caçador africano, traficante de carne seca, mecânico de automóveis, futebolista ao lado de Eusébio na selecção moçambicana?
Os Vodkas chegaram a temer que o seu nome não fosse homologado por ínvias relações com a União Soviética?
Zeca do Rock foi o primeiro a gravar um “yeah” numa canção?
Os Zoo mandaram um telegrama à NASA oferecendo-se para dar um espectáculo na Lua?
A história dos conjuntos de rock português dos anos 60 em
Biografia do Ié-Ié, de Luís Pinheiro de Almeida, Documenta (2014).
328 páginas, das quais 36 a cores,
de biografias, fotografias, imagens, histórias e contextualizações.
quinta-feira, 17 de abril de 2014
«Biografia do IÉ-IÉ», de Luís Pinheiro de Almeida
Biografia do IÉ-IÉ
Luís Pinheiro de Almeida
Prefácio por Luís de Freitas Branco
Introdução de Afonso Cortez
ISBN: 978-989-8566-54-6
Edição: Abril de 2014
Preço: 21,70 euros | PVP: 23 euros
Formato: 16,5x24 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 328 (32 páginas a cores)
A geração IÉ-IÉ tinha estilo, grande auto-estima, era muito vulnerável ao apelo de ideias novas, revolucionárias até, e, claro, muito sensível e atraída pela liberdade de escolha e de expressão. Lembro-me do cheiro do vinil, do Valentim de Carvalho, das capas dos EP e LP, do Salut Les Copains, do desespero que vivi quando o meu primeiro 78 rotações do Bill Halley, que ainda cheguei a ouvir numa reles grafonola, se partiu em cacos. Das festas e reuniões, dos namoros, da animação e do divertimento espontâneo e saudável, tudo isso com a «nossa» música como pano de fundo e elemento aglutinador. [Luís de Freitas Branco]
Luís Pinheiro de Almeida [Coimbra, 1947], licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, e é jornalista profissional desde 1973. Foi Director-adjunto de Informação da Agência Lusa. No que à música diz respeito, é fundador do jornal Blitz (1984), co-autor de Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa (Círculo de Leitores, 1998, esgotado) e Beatles em Portugal (Documenta, 2012). É autor e/ou co-autor dos programas de rádio Amigos de Alex (1985-1995) e Ob-La-Di Ob-La-Da (1988-1991), nomeados para Sete de Ouro, Há Horas Felizes (1991-1993), todos na RFM, Mensageiro da Moita (2000-2004), na Rádio Voxx, e VivaMúsica (1985-1989), na RTP. Fez parte do júri do Festival RTP da Canção em 1988, e foi director da agência de notícias da EXPO-98 e director do portal de Cultura NetParque (2000-2002). Coordenou diversas colectâneas de música, entre as quais Biografia do Pop/Rock (Movieplay, 1997), All You Need Is Lisboa, com versões portuguesas de canções dos Beatles (EMI, 2004), Óculos de Sol, Vozes da Rádio, Melodias Para Sempre, Volta a Portugal e Love Me Do sobre os 50 anos dos Beatles (todas em iPlay, 2010 a 2013). Comprou o seu primeiro disco de música ié-ié portuguesa em Coimbra no dia 20 de Julho de 1964, um EP instrumental dos Titãs com uma versão de «Menino de Oiro», de José Afonso.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
«Biblioteca rock'n'roll»
Biografia do Ié-Ié (no prelo), Roll Over - Adeus anos 70 e Caravana Doors,
três edições da Documenta, na revista Blitz (Abril de 2013 - nº 82).
sexta-feira, 22 de março de 2013
Beatles - 50 anos de «Please Please Me»
«"Please Please Me", primeiro LP dos Beatles, faz hoje 50 anos. John e Ringo tinham 22, Paul e George 20, miúdos que revolucionaram...»
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Memórias dos Beatles em Portugal
«A arqueologia das memórias dos Beatles em solo português»
Nuno Galopim, Diário de Notícias, 24-XII-2012.
sábado, 15 de dezembro de 2012
«Beatles em Portugal», de Luís Pinheiro de Almeida e Teresa Lage
Beatles em Portugal
Luís Pinheiro de Almeida
Teresa Lage
ISBN: 978-989-8618-25-2
Preço: 21,70 euros | PVP: 23 euros
Formato: 17×24 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 264 (com reproduções a preto e branco e a cores)
«Adoro Portugal. Já estive no sul, como a maior parte dos turistas, várias vezes. E gosto daquela zona um pouco antes da costa, um pouco para o interior quando tudo fica muito verde. Eu e a Linda passámos lá bons tempos. Costumávamos passear a pé, mais nas aldeias pequenas. Passei lá bons momentos, é um sítio muito simpático. Gosto das pessoas e é um pouco menos turístico do que Espanha. Em certos aspectos é mais simpático. Agora, os espanhóis vão ficar zangados comigo… Mas é um sítio óptimo. Lembro-me de viajar de carro, do sul para Lisboa e de sentir o cheiro dos eucaliptos, lindo! É um sítio óptimo!»
Os Beatles nunca tocaram em Portugal, seja por razões económicas, seja por razões políticas. O país, parco em recursos financeiros, vivia nos anos de 1960 em regime ditatorial, primeiro com Salazar e depois com Marcello Caetano. As energias do poder delapidavam-se no esforço da guerra colonial que manietava e amordaçava a juventude, impedindo-a do seu direito ao lazer e à indignação. Esta segunda edição de Os Beatles em Portugal é essencialmente um livro-documento, uma espécie de inventário que colige toda e qualquer ligação dos Beatles a Portugal. Inclui entrevistas concedidas aos autores e a outros jornalistas portugueses, comentários de quem teve a oportunidade de contactar pessoalmente com algum dos membros da banda, histórias pouco conhecidas, como o facto de «Yesterday», provavelmente a mais famosa canção dos Beatles, ter sido escrita nas margens do rio Mira, no Alentejo.
A cereja no topo do bolo é a verdadeira história de «Penina», canção composta em 1968 por Paul McCartney no Algarve, história que, sem precisão e rigor, é invariavelmente contada de forma errada nos livros estrangeiros, tomando-a como «verdade insofismável».
Em anexo publica-se, pela primeira vez, a discografia completa dos EPs e singles portugueses dos Beatles, com as respectivas capas, únicas no mundo, objecto de cobiça dos Estados Unidos ao Japão, da Suécia à Austrália.
Paul McCartney
A cereja no topo do bolo é a verdadeira história de «Penina», canção composta em 1968 por Paul McCartney no Algarve, história que, sem precisão e rigor, é invariavelmente contada de forma errada nos livros estrangeiros, tomando-a como «verdade insofismável».
Em anexo publica-se, pela primeira vez, a discografia completa dos EPs e singles portugueses dos Beatles, com as respectivas capas, únicas no mundo, objecto de cobiça dos Estados Unidos ao Japão, da Suécia à Austrália.
Luís Pinheiro de Almeida
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