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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Um Álbum Aberto — Quinta do Monte I Lourdes Castro, Manuel Zimbro



Um Álbum Aberto — Quinta do Monte
Lourdes Castro, Manuel Zimbro

Textos de Almeida Faria, Carolina Rocha Machado, Manuel Zimbro e Paulo Pires do Vale

ISBN 978-989-9006-06-5 | EAN 9789899006065

Edição: Outubro de 2019
Preço: 18,87 euros | PVP: 20 euros
Formato: 17 x 21 cm (brochado)
Número de páginas: 176 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês




A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de 
resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento.
[Almeida Faria]


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro, Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019, e complementa a publicação do livro de artista Main Entrance – Quinta do Monte 1983-1988, fac-símile baseado no Álbum da Quinta do Monte, de Lourdes Castro e Manuel Zimbro.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX emprestado pela família Rocha Machado, para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa.
Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática da recolha recorrente em muitos dos seus livros de artista, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. […]
No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]


A leveza dos verões do passado tinge-os de tons de nostalgia. Uma vaga tranquilidade invade-nos ao ver as fotografias do verão em que tomávamos o pequeno almoço com Lourdes Castro e Manuel Zimbro na Quinta do Monte, sentados em volta da mesa posta no meio de um prado rodeado de altas árvores. Sentíamos que aquele momento estava certo, que tudo no mundo estava ligado, que até o bolo em cima da mesa evocava os bolos pintados por velhos mestres em quadros florentinos ou venezianos.
[Almeida Faria]

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Main Entrance: Quinta do Monte 1983-1988 I Lourdes Castro, Manuel Zimbro


Main Entrance: Quinta do Monte 1983-1988
Lourdes Castro, Manuel Zimbro

ISBN 978-989-8902-95-5 | EAN 9789898902955

Edição: Outubro de 2019
Preço: 45,28 euros | PVP: 48 euros
Formato: 24 x 28,5 cm (brochado)
Número de páginas: 432 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição fac-símile



A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento. [Almeida Faria]

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se, então, para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX, emprestado pela família Rocha Machado para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa. Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática de recolha recorrente em muitos dos seus livros de artistas, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. Recolhe fotografias da casa, dos interiores, dos jardins, da vida quotidiana do casal; guarda fotocópias de livros sobre a história da Quinta e das famílias que a habitaram; acumula recortes com notícias relacionadas com o exílio do Imperador austro-húngaro, Carlos de Áustria, que aí morreu em 1922, e os relatos das conversas com os visitantes estrangeiros que iam visitar a última morada do Imperador. Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável, desenvolvendo um trabalho que se situa entre o diário, a investigação e o arquivo. No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]

A leveza dos verões do passado tinge-os de tons de nostalgia. Uma vaga tranquilidade invade-nos ao ver as fotografias do verão em que tomávamos o pequeno almoço com Lourdes Castro e Manuel Zimbro na Quinta do Monte, sentados em volta da mesa posta no meio de um prado rodeado de altas árvores. Sentíamos que aquele momento estava certo, que tudo no mundo estava ligado, que até o bolo em cima da mesa evocava os bolos pintados por velhos mestres em quadros florentinos ou venezianos.
[Almeida Faria]

terça-feira, 1 de outubro de 2019

«Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável […] I Paulo Pires do Vale


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se, então, para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX, emprestado pela família Rocha Machado para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa. Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática de recolha recorrente em muitos dos seus livros de artistas, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. Recolhe fotografias da casa, dos interiores, dos jardins, da vida quotidiana do casal; guarda fotocópias de livros sobre a história da Quinta e das famílias que a habitaram; acumula recortes com notícias relacionadas com o exílio do Imperador austro-húngaro, Carlos de Áustria, que aí morreu em 1922, e os relatos das conversas com os visitantes estrangeiros que iam visitar a última morada do Imperador. Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável, desenvolvendo um trabalho que se situa entre o diário, a investigação e o arquivo. No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]

«Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988»



A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento. 
[Almeida Faria]



INAUGURA HOJE
1 de Outubro de 2019, às 18 horas

«Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988»
Curadoria de Paulo Pires do Vale

Fundação Carmona e Costa – Lisboa
[1 de Outubro de 2019 – 9 de Novembro de 2019]

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Lourdes Castro I Manuel Zimbro em Lisboa

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Conversa em torno de «Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da via Láctea », de Manuel Zimbro


Conversa em torno de 
 Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da via Láctea
de Manuel Zimbro

28 Setembro | sábado | 17h30 | Tinta nos Nervos

A propósito da edição facsimilada do projecto «O Leite da Via Láctea», nunca publicado, de um livro de banda desenhada de Manuel Zimbro, artista plástico, aparentemente destinado ao mercado francês, o crítico de arte Celso Martins estará presente na Tinta nos Nervos para uma conversa sobre este mesmo livro, mas abrindo o escopo a outras questões. Falar-se-á igualmente do ponto de encontro entre artistas visuais e o mundo da banda desenhada, entre experiências de autores portugueses e internacionais.



Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da via Láctea de Manuel Zimbro
ed. Documenta / EGEAC / Paraguay Press, 2019



Tinta nos Nervos
Rua da Esperança 39
1200-655 Lisboa

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da Via Láctea


Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da Via Láctea
Manuel Zimbro

ISBN 978-989-8902-77-1 | EAN 9789898902771
Edição: Junho de 2019
Preço: 22,64 euros | PVP: 24 euros
Formato: 24 x 32 cm (brochado)
Número de páginas: 96 (a cores)

Sistema Solar | Documenta 
EGEAC | Galerias Municipais (Lisboa) 
Paraguay — Association Section Sept (Paris)




João Fernandes: «Tudo quanto o Manuel fez é para mim como o cheiro da terra depois da chuva, como a gota de orvalho numa folha, como um arco-íris inesperado ao fim do dia.»


Este livro foi realizado no contexto da exposição «história secreta da aviação e alguns meteoritos» na Galeria Quadrum das Galerias Municipais de Lisboa em 2019, e reproduz em fac-símile as pranchas da banda desenhada parcialmente deixada por terminar no início dos anos 80, quando Manuel Zimbro habitava em Paris.


Dans ce livre il y a une carte, qui tout en étant un abrége de l’action, la situe en hauteur et en profondeur. Le rapport du dessin entre les deux elements, — livre, carte — est, tant que faire se peut identique. Alors son déchiffrage invite l’Imagination et la lecture, si j’ose dire, se fait en trois dimentions.
Manuel Simões [Manuel Zimbro]


A Lourdes [Castro] contou-me um dia que o Manuel, quando criança, queria ser invisível, em vez de ser arqueólogo, cientista, aviador ou bombeiro, como tantos de nós. Todos quantos o conheceram sabem que o conseguiu… O Manuel não gostava de dar nas vistas. Por isso fazer coisas era para ele um modo de se integrar no mundo, descobrindo algumas das coisas que ao mundo faziam falta para nele se estar bem. O Manuel sempre teve um grande cuidado em não acrescentar a nada mais do que o necessário, dispensando com grande lucidez tudo quanto nos possa distrair de ser e existir. Por isso ele renunciou a deixar vestígios de si para além dos momentos que construía com as suas palavras, com os seus silêncios, com o seu olhar, com as suas mãos, que sabiam descobrir coisas na vida mais do que acrescentar coisas à vida.
[João Fernandes]

sábado, 1 de junho de 2019

Feira do Livro de Lisboa I 1 de Junho de 2019


Livro do Dia 26 / 15,60


ESTE LIVRO se pediu uma liberdade maior que tive medo de dar. 
(Clarice Lispector)




Promoção 30 / 18

Em Berlim, para ensinar a língua alemã a Manuel Zimbro, que estava em Paris, Lourdes Castro concebeu um «curso de alemão por correspondência», um livro de artista que aqui se reproduz.




Pavilhão D16
Parque Eduardo VII, 29 de Maio a 16 de Junho de 2019
Durante o período da Feira do Livro,
faremos os mesmos descontos (livros Sistema Solar e Documenta) na
Livraria Sistema Solar I Passos Manuel
Rua Passos Manuel, 67 B, 1150-258 Lisboa,
segunda-sexta: 10h-13h; 14h-19h 
telefone 210 117 010; e-mail: livraria.pm(arroba)sistemasolar.pt

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

De Lourdes Castro para Manuel Zimbro


Deutsch Hefte, cadernos de alemão de Lourdes Castro para Manuel Zimbro, 
são apresentados amanhã, no Goethe-Institut, por João Fernandes.
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