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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Grand herbier d’ombres


Grand herbier d’ombres

Lourdes Castro 


ISBN 978-989-9006-54-6 | EAN 9789899006546 

Edição: Outubro de 2020 
Preço: 36,79 euros | PVP: 39 euros 
Formato: 22 × 28 cm (encadernado) 
Número de páginas: 224 (a cores) 

Com a Fundação EDP – MAAT 

Edição bilingue: português-inglês

É por isso que agora aproximei do nariz as sombras de Lourdes 
Castro que possuem uma presença viva e misteriosa capaz de fazer 
crescer mágicos pensamentos a quem as olha. 
[Tonino Guerra] 

Começava a nevarem Pennabilli e eu detinha o olhar na neve que caía sobre as amendoeiras, em redor da casa, quando me chegou o Grand herbier d’ombres. É um livro com as sombras de muitas ervas do campo, da pintora Lourdes Castro, grande artista portuguesa que reproduz sombras de pessoas ou de outras formas de vida. Olhava eu, assim, os bordados da neve e logo depois as páginas do livro. 
Num determinado momento, no branco do vale, vi manchas escuras que subiam da minha memória. Eram as sombras que passavam pelo tecto do meu quarto no dia do regresso da prisão, na Alemanha, e eu, naqueles reflexos, procurava reconhecer os meus conterrâneos. Depois vi o vale, além da janela, atravessado pela grande sombra do obelisco da Praça de S. Pedro, num dia de Agosto, quando Roma me apareceu deserta. E no entanto, os turistas estavam à fresca, na sombra daquele obelisco se apinhavam. 
De repente, pensei nos belos dias de Agosto com Andrei Tarkovski quando trabalhávamos no filme Nostalgia, em Bagno Vignoni. A pequena aldeia toscana tem, na praça, um lago de água quente criando nuvens de vapor que enevoam, qual mundo medieval. É nestas águas que Catarina de Siena banhava seu corpo e as palavras desua oração. Uma manhã entrámos na pequena igreja, na margem da rua que contorna o grande lago. Sentámo-nos sobre um banco de madeira para gozar aquele silêncio abandonado. Descobrimos que o feixe de luz matutina proveniente de uma janela alta estampava sobre a parede interior, junto de nós, uma pequena planta selvática crescida sobre o terriço trazido pelo vento, sob o pequeno vitral. Uma sarça de sombras incertas que se tornava decoração naquele reboco gessoso e humilde. Eu e Andrei permanecemos por algum tempo contemplando estas imagens trémulas que nos traziam reflexões profundas. A um certo ponto pareceu-nos sentir no ar um perfume de menta. Levantámo-nos de imediato para descobrir aquela imagem sobre o muro e perceber se a fragrância vinha daquela sombra. Assim era. 
É por isso que agora aproximei do nariz as sombras de Lourdes Castro que possuem uma presença viva e misteriosa capaz de fazer crescer mágicos pensamentos a quem as olha. 
[Tonino Guerra – tradução de Mário Rui de Oliveira]

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Um Álbum Aberto — Quinta do Monte I Lourdes Castro, Manuel Zimbro



Um Álbum Aberto — Quinta do Monte
Lourdes Castro, Manuel Zimbro

Textos de Almeida Faria, Carolina Rocha Machado, Manuel Zimbro e Paulo Pires do Vale

ISBN 978-989-9006-06-5 | EAN 9789899006065

Edição: Outubro de 2019
Preço: 18,87 euros | PVP: 20 euros
Formato: 17 x 21 cm (brochado)
Número de páginas: 176 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês




A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de 
resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento.
[Almeida Faria]


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro, Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019, e complementa a publicação do livro de artista Main Entrance – Quinta do Monte 1983-1988, fac-símile baseado no Álbum da Quinta do Monte, de Lourdes Castro e Manuel Zimbro.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX emprestado pela família Rocha Machado, para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa.
Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática da recolha recorrente em muitos dos seus livros de artista, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. […]
No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]


A leveza dos verões do passado tinge-os de tons de nostalgia. Uma vaga tranquilidade invade-nos ao ver as fotografias do verão em que tomávamos o pequeno almoço com Lourdes Castro e Manuel Zimbro na Quinta do Monte, sentados em volta da mesa posta no meio de um prado rodeado de altas árvores. Sentíamos que aquele momento estava certo, que tudo no mundo estava ligado, que até o bolo em cima da mesa evocava os bolos pintados por velhos mestres em quadros florentinos ou venezianos.
[Almeida Faria]

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Main Entrance: Quinta do Monte 1983-1988 I Lourdes Castro, Manuel Zimbro


Main Entrance: Quinta do Monte 1983-1988
Lourdes Castro, Manuel Zimbro

ISBN 978-989-8902-95-5 | EAN 9789898902955

Edição: Outubro de 2019
Preço: 45,28 euros | PVP: 48 euros
Formato: 24 x 28,5 cm (brochado)
Número de páginas: 432 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição fac-símile



A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento. [Almeida Faria]

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se, então, para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX, emprestado pela família Rocha Machado para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa. Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática de recolha recorrente em muitos dos seus livros de artistas, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. Recolhe fotografias da casa, dos interiores, dos jardins, da vida quotidiana do casal; guarda fotocópias de livros sobre a história da Quinta e das famílias que a habitaram; acumula recortes com notícias relacionadas com o exílio do Imperador austro-húngaro, Carlos de Áustria, que aí morreu em 1922, e os relatos das conversas com os visitantes estrangeiros que iam visitar a última morada do Imperador. Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável, desenvolvendo um trabalho que se situa entre o diário, a investigação e o arquivo. No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]

A leveza dos verões do passado tinge-os de tons de nostalgia. Uma vaga tranquilidade invade-nos ao ver as fotografias do verão em que tomávamos o pequeno almoço com Lourdes Castro e Manuel Zimbro na Quinta do Monte, sentados em volta da mesa posta no meio de um prado rodeado de altas árvores. Sentíamos que aquele momento estava certo, que tudo no mundo estava ligado, que até o bolo em cima da mesa evocava os bolos pintados por velhos mestres em quadros florentinos ou venezianos.
[Almeida Faria]

terça-feira, 1 de outubro de 2019

«Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável […] I Paulo Pires do Vale


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988», realizada na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, com curadoria de Paulo Pires do Vale, entre 1 de Outubro e 9 de Novembro de 2019.


Em 1983, Lourdes Castro e Manuel Zimbro deixaram Paris e regressaram a Portugal, à ilha da Madeira, onde a artista nasceu. No dia 21 de Abril desse ano, mudaram-se, então, para a Quinta do Monte, um palacete do início do século XIX, emprestado pela família Rocha Machado para aí residirem enquanto procuravam o lugar onde iriam construir a sua casa. Nesta exposição, concentramo-nos nos cinco anos vividos nessa Quinta, onde Lourdes Castro faz ou projecta as suas últimas obras, dando atenção às sombras do jardim e das suas flores, da casa e dos seus objectos. O nosso ponto de partida foi o Álbum da Quinta do Monte, nunca exposto, onde Lourdes Castro manifesta a prática de recolha recorrente em muitos dos seus livros de artistas, misturando a sua vida, durante a estada naquela Quinta, com a dos anteriores habitantes, cruzando referências e coleccionando indícios. Recolhe fotografias da casa, dos interiores, dos jardins, da vida quotidiana do casal; guarda fotocópias de livros sobre a história da Quinta e das famílias que a habitaram; acumula recortes com notícias relacionadas com o exílio do Imperador austro-húngaro, Carlos de Áustria, que aí morreu em 1922, e os relatos das conversas com os visitantes estrangeiros que iam visitar a última morada do Imperador. Lourdes Castro é uma artista-colectora, uma respigadora incansável, desenvolvendo um trabalho que se situa entre o diário, a investigação e o arquivo. No dia 23 de Maio de 1988, Lourdes Castro e Manuel Zimbro mudaram-se para a casa que construíram no Caniço. Aí continuaram a sua história, iniciaram um novo Álbum.
[Paulo Pires do Vale]

«Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988»



A memória daqueles dias luminosos permanece envolta num halo capaz de resistir a todas as tristezas e traições do esquecimento. 
[Almeida Faria]



INAUGURA HOJE
1 de Outubro de 2019, às 18 horas

«Lourdes Castro – Manuel Zimbro: Quinta do Monte 1983-1988»
Curadoria de Paulo Pires do Vale

Fundação Carmona e Costa – Lisboa
[1 de Outubro de 2019 – 9 de Novembro de 2019]

sábado, 1 de junho de 2019

Feira do Livro de Lisboa I 1 de Junho de 2019


Livro do Dia 26 / 15,60


ESTE LIVRO se pediu uma liberdade maior que tive medo de dar. 
(Clarice Lispector)




Promoção 30 / 18

Em Berlim, para ensinar a língua alemã a Manuel Zimbro, que estava em Paris, Lourdes Castro concebeu um «curso de alemão por correspondência», um livro de artista que aqui se reproduz.




Pavilhão D16
Parque Eduardo VII, 29 de Maio a 16 de Junho de 2019
Durante o período da Feira do Livro,
faremos os mesmos descontos (livros Sistema Solar e Documenta) na
Livraria Sistema Solar I Passos Manuel
Rua Passos Manuel, 67 B, 1150-258 Lisboa,
segunda-sexta: 10h-13h; 14h-19h 
telefone 210 117 010; e-mail: livraria.pm(arroba)sistemasolar.pt

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Feira do Livro de Lisboa I 31 de Maio de 2019

Livro do Dia  28 / 16,80

«É certo que os cinco livros da Autobiografia [A Causa (1975), A Cave (1976), A Respiração (1978), O Frio (1981) e Uma Criança (1982)] servem a Bernhard para dar a conhecer o que foi a sua infância e a sua juventude, mas sempre na medida em que esses períodos da sua vida e os acontecimentos por ele narrados foram relevantes para a sua obra literária. O escritor enfatiza os momentos que o marcaram para o resto da existência, faz notar os seus problemas, os seus erros, as fraquezas e os aspectos contraditórios do seu carácter, mas também as suas grandes decisões, a sua independência, a sua força de vontade, a sua natureza insubmissa e inconformada, mesmo na luta pela própria vida.»
[José A. Palma Caetano]


«Aqui está um escritor a assinar pelo seu próprio punho as memórias do seu passado. Abstenham-se os que iriam ao engano. Nada da gordura habitual do género biográfico. Nestas mais de 500 páginas, apenas osso, osso duro de roer.»
[Ana Cristina Leonardo]


«O estilo não é erudito, mas acessível e feroz, apostado em dizer tudo, numa tentativa de verdade sem comiseração. Estilisticamente, predomina o parágrafo único, com uma retórica bem calibrada de itálicos e repetições. A prosa é elegante e selvagem».
[Pedro Mexia]


«Ficção e biografia sempre andaram juntas nas narrativas de Thomas Bernhard, como se ambas participassem da grande encenação da sua escrita enquanto arte. Em Autobiografia, o austríaco usa o biográfico como material reinventado para compreender o mundo. Uma mistura explosiva de ressentimento e exclusão, de abandono e de privação, alimenta estas 
geniais narrativas das origens.»
[José Riço Direitinho]


Promoção  50 / 30

Un autre livre rouge foi publicado por ocasião da exposição «Todos os livros», de Lourdes Castro, realizada pela Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, na Galeria de exposições temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, com curadoria de Paulo Pires do Vale, de 9 de Julho a 26 de Outubro de 2015.




Pavilhão D16
Parque Eduardo VII, 29 de Maio a 16 de Junho de 2019
Durante o período da Feira do Livro,
faremos os mesmos descontos (livros Sistema Solar e Documenta) na
Livraria Sistema Solar I Passos Manuel
Rua Passos Manuel, 67 B, 1150-258 Lisboa,
segunda-sexta: 10h-13h; 14h-19h 
telefone 210 117 010; e-mail: livraria.pm(arroba)sistemasolar.pt

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Lourdes Castro. Todos os Livros – catálogo comprovado



Lourdes Castro. Todos os Livros – catálogo comprovado
Lourdes Castro

Textos de Paulo Pires do Vale, Johanna Drucker, José-Luís Porfírio

ISBN: 978-989-8618-78-8

Edição: Outubro de 2015

Preço: 37,74 euros | PVP: 40 euros
Formato: 24 × 34 cm (brochado)
Número de páginas: 160 (com imagens a cores)

Edição bilingue: português-inglês

[em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian]

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Todos os Livros», de Lourdes Castro, com curadoria de Paulo Pires do Vale, realizada pela Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, na Galeria de exposições temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, de 9 de Julho a 26 de Outubro de 2015.

A exposição que agora se apresenta, «Lourdes Castro. Todos os livros», reúne os livros que a artista realizou desde 1956 até ao presente, muitos deles expostos agora pela primeira vez. Esta escolha da Biblioteca de Arte para realizar a sua primeira exposição vem, por um lado, dar continuação a uma ligação entre Lourdes Castro e a Fundação Calouste Gulbenkian que remonta à década de 1950, quando à artista foi atribuída uma das primeiras bolsas de estudo concedidas pela Fundação a artistas portugueses, permitindo-lhes procurar no exterior a formação artística que em Portugal não encontravam. Representada na colecção do Centro de Arte Moderna, a obra de Lourdes Castro tem sido objecto de diversas exposições […].
Dos livros que se mostram — que pertencem, na sua maioria, à colecção particular da artista — encontram-se os primeiros que realizou, onde os seus desenhos se relacionam e iluminam a palavra dos textos de poetas como Rilke, Rimbaud, Apollinaire e Herberto Helder, e aqueles onde começou a utilizar o rodhoïde o plexiglas, criando livros-objectos.
Muitos destes livros são únicos e outros tiveram edições limitadas, feitas em serigrafia; alguns resultaram da colaboração com escritores, como Benjamin Patterson, outros ainda da recolha sobre um tema da sua predilecção. Foram muitas as possibilidades que a estrutura do livro permitiu que explorasse e fica evidente, nos muitos livros que Lourdes Castro criou, o interesse e o afecto que a artista tem por este dispositivo, desde a concepção, com René Bertholo, da revista e editora KWY, até hoje. Entre os livros inéditos, é apresentado pela primeira vez, emoldurando-se individualmente as suas folhas, Un autre livre rouge, um livro feito em Paris no início dos anos 1970, em colaboração com Manuel Zimbro. [Ana Paula Gordo]

Un autre livre rouge I Lourdes Castro


Un autre livre rouge
Lourdes Castro

Design e concepção gráfica de Lourdes Castro e Manuel Rosa

ISBN: 978-989-8618-79-5

Edição: Outubro de 2015

Preço: 47,17 euros | PVP: 50 euros
Formato: 24 × 34 cm (brochado)
Número de páginas: 240

[em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian]

Un autre livre rouge foi publicado por ocasião da exposição «Todos os livros», de Lourdes Castro, realizada pela Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, na Galeria de exposições temporárias do Museu Calouste Gulbenkian, com curadoria de Paulo Pires do Vale, de 9 de Julho a 26 de Outubro de 2015.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

De Lourdes Castro para Manuel Zimbro


Deutsch Hefte, cadernos de alemão de Lourdes Castro para Manuel Zimbro, 
são apresentados amanhã, no Goethe-Institut, por João Fernandes.
[ clicar na imagem para a ampliar e ler melhor toda a informação ]

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

De Lourdes Castro para Manuel Zimbro



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[exposição]

Deutsch Heft –
de Lourdes Castro para Manuel Zimbro


A artista Lourdes Castro, nascida na Madeira, frequentou aí a Escola Alemã, estudou e viveu alguns anos na Alemanha. Em Berlim, para ensinar a língua alemã a Manuel Zimbro, que estava em Paris, concebeu um «curso de alemão por correspondência», um livro de artista que vai estar exposto no átrio do Goethe-Institut, na celebração do seu 50° aniversário

dia 1 de Outubro de 2012
segunda-feira, às 16h

Goethe-Institut

Campo dos Mártires da Pátria, 37
1169-016 Lisboa

[publicação]

Deutsch Heft

em edição DOCUMENTA, Rua Passos Manuel, 67 B, 1150-258 Lisboa