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terça-feira, 20 de setembro de 2022
terça-feira, 25 de julho de 2017
Maria José Oliveira - 40 Anos de Trabalho
Maria José Oliveira - 40 Anos de Trabalho
Textos de Ana Godinho, Cristina Filipe, João Pinharanda, José Gil, Paulo Henriques,
Raquel Henriques da Silva e Sílvia T. Chicó
ISBN: 978-989-8834-72-0
Edição: Junho de 2017
Preço: 24,53 euros | PVP: 26 euros
Formato: 21 °— 27 cm [encadernado, a cores]
Número de páginas: 160 + folheto com traduções
Edição bilingue: português-inglês
É o tempo que se celebra nesta visão dos 40 anos de trabalho de Maria José Oliveira.
Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Maria José Oliveira – 40 Anos de Trabalho», com curadoria de Manuel Costa Cabral, realizada na Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa, com o apoio da Fundação Carmona e Costa, de 15 de Maio a 17 de Junho de 2017.
Longe de fazer desaparecer, a morte inicia o desvelamento mais profundo, em direcção às origens. A verdadeira revelação começa com a morte. [José Gil]
[…] é uma artista das cores da terra, dos amarelos ouro, da infinidade dos tons de cinza, das aguadas da cal, dos brancos da porcelana, dos tons e timbres da grafite e do carvão. [Raquel Henriques da Silva]
Percorremos, demoradamente um a um, com o olhar os objectos preciosos e quase mágicos de Maria José Oliveira, e uma multiplicidade de transmutações parece estar a ocorrer a cada instante. [Ana Godinho]
Tempo […] é também um conceito profundo que percorre o seu trabalho: as matérias primeiras do mundo, o arco entre a vida e a morte, a história familiar, o discreto existir de cada dia. [Paulo Henriques]
o corpo é um alimento a meio caminho entre carne e espírito : o que […] nos dá a comer é pão seco, é leite, é cera, são folhas, é pólen, é sangue, é sémen – e tomamos nas mãos um vaso sagrado. [João Pinharanda]
Em consciência, sem pudor e com desprendimento, dá nome às «coisas» e sempre as coloca no lugar certo. Seja o corpo, o chão, a parede, uma mesa ou uma cadeira. Se esse lugar não existe, constrói-o. [Cristina Filipe]
Partindo do adorno e da elaboração de um corpo impossível, Maria José Oliveira inicia uma aventura poética muito pessoal, onde perpassa tanto a nostalgia como a comemoração, ou explicitando, quiçá, a dor da ausência. [Sílvia T. Chicó]
Maria José Oliveira (Lisboa, 1943) fez pesquisa de fornos de chão em Ribolhos, na região de Viseu, desde 1967, com Mestre Albino, um dos últimos oleiros arcaicos. Curso de cerâmica do IADE entre 1973 e 1976. Frequentou o curso de escultura do Ar.Co em 1978. Foi professora convidada do Departamento de Cerâmica do Ar.Co de 1991 a 1997. Expõe regularmente desde 1982, em Portugal e no estrangeiro.
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sexta-feira, 23 de junho de 2017
A Geometria do Tempo I Maria José Oliveira
A Geometria do Tempo
Textos de José Gil e de Gisela Rosenthal
ISBN: 978-989-8834-74-4
Edição: Maio de 2017
Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 15 x 21 cm [brochado, a cores]
Número de páginas: 80
Edição bilingue: português-inglês
O esplendor do afecto como uma fulgurância que,
mal se acende, se apaga.
Este livro foi publicado por ocasião da exposição «A Geometria do Tempo», realizada na Fundação Carmona e Costa, entre 21 de Março e 4 de Maio de 2007.
É um objecto misterioso. Aparentemente, um livro de imagens e de escrita. Aparentemente, fala-nos de uma história. Uma história de um corpo. De um corpo no tempo – ou de um tempo do corpo? Tudo se complica quando nos apercebemos de que o tempo que o livro conta envolve o próprio livro. Se é uma história do tempo e o livro pertence à história, então o livro está dentro dele mesmo com uma história que contém um livro que conta uma história… e assim indefinidamente. O livro enrola-se e enovela-se em si próprio, e o espectador é convidado a abri-lo. Como o mostra a própria instalação em que o livro, na última sala, se encontra envolvido pelas suas páginas, no espaço que a precede.
Por isso e por outras razões é um livro misterioso. Um livro antigo, um papiro meio desfeito estabelecem logo um laço de continuidade com o nosso presente, quando os descobrimos. Este, porém, quando o olhamos ou o abrimos continua fechado sobre si mesmo, como uma ilha isolada no tempo. Liga-se connosco pelo exterior mais vasto, por cima do tempo; e vem tocar-nos no mais profundo e íntimo de nós, num interior impessoal, caótico e imemorial onde, em nós, nasce e passa o tempo.
José Gil
Sentado na penumbra, o visitante da exposição «A Geometria do Tempo» […] manuseia um livro de artista, iluminado apenas por um feixe de luz. Ao abri-lo, abre as portas para um universo construído por imagens e escritas estranhas que o querem levar a um espaço fora do espaço e a um tempo fora do tempo. […] No silêncio da instalação, a sua natureza, simultaneamente íntima e sagrada, evoca um eco longínquo no mais profundo de si próprio.
Gisela Rosenthal
Maria José Oliveira nasceu em Lisboa, em 1943. Expõe regularmente desde 1982, em Portugal e no estrangeiro. Integra as colecções de arte contemporânea da Fundação Carmona e Costa, da Fundação PT e da Conselharia da Cultura da Extremadura (Espanha). Vive e trabalha em Lisboa.
terça-feira, 6 de junho de 2017
«Maria José Oliveira – 40 Anos de Trabalho» (convite)
Lançamento do catálogo oficial da exposição
MARIA JOSÉ OLIVEIRA - 40 ANOS DE TRABALHO
8 de Junho de 2017, quinta-feira, às 18:30
Sociedade Nacional de Belas-Artes
Rua Barata Salgueiro, 36, 1250-044 Lisboa
A entrada é gratuita, sujeita a inscrição prévia para o número 213138510
Rua Barata Salgueiro, 36, 1250-044 Lisboa
A entrada é gratuita, sujeita a inscrição prévia para o número 213138510
segunda a sexta (excepto feriados): 12h-19h; sábado: 14h-20h
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