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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Waldemar d’Orey — Something is Missing


Waldemar d’Orey — Something is Missing 
Waldemar d’Orey 

Textos de Catarina Rosendo, Daniel Madeira, Gene Baro, Jürgen Bock, Manuel Costa Cabral e Penelope Curtis 
Design gráfico de Bárbara Gradim 

ISBN 978-989-8833-63-1 | EAN 9789898833631 

Edição: Outubro de 2021 
Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros 
Formato: 18 × 19,5 cm (brochado, com badanas) 
Número de páginas: 72 (a cores) 

Com o apoio de Lumiar Cité / Maumaus

 Edição bilingue: português-inglês


Waldemar d’Orey pertence à geração de artistas que dispensou o plinto para a escultura e que começou a fazer experiências com materiais industriais e formas abstratas. 



O presente catálogo traça a história da breve carreira de um jovem artista português bem integrado socialmente, durante os swinging days em Londres, na década de 1960, revelando a rede de ligações que estabeleceu com os protagonistas que moldaram o mundo da arte dessa época. Entre entrevistas dadas ao canal português da BBC sobre o escultor britânico Anthony Caro (um dos seus professores) e ser entrevistado sobre o seu próprio trabalho por Gene Baro, célebre curador e organizador de exposições americano, d’Orey fez amizade com vários artistas e outras personalidades influentes do mundo da arte. Os seus anos de sucesso enquanto artista culminaram em 1966 numa exposição individual na prestigiada galeria Axiom, em Londres, que resultou numa aquisição pelo Museu de Arte Contemporânea de Sydney. Porém, atualmente, não existe qualquer evidência da existência da obra de d’Orey. O artista, por razões familiares urgentes, regressou a Portugal no final da década de 1960 e não produziu outras obras de arte. 
Mais de cinco décadas passadas desde a sua exposição na Axiom, Waldemar d’Orey teve agora a sua segunda exposição individual, no espaço Lumiar Cité. Motivada pela história de uma das suas maiores esculturas cinéticas de 1964, intitulada Mobile, esta foi reconstruída e torna-se na peça central da mostra em Lisboa (21 de Julho a 10 de Outubro de 2021), consubstanciando finalmente o legado artístico de d’Orey. 
[Jürgen Bock e Manuel Costa Cabral]

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Graça Costa Cabral — Escultura


Graça Costa Cabral — Escultura
Graça Costa Cabral

Edição de Manuel Costa Cabral, Manuel Rosa, Teresa Costa Cabral

Textos de Fátima Marques Pereira, Fernando Varanda, Graça Costa Cabral, 
Jorge van Zeller Leitão, Maria Flávia Monsaraz, Helmut Wohl, Manuel Castro Caldas, 
Manuel Costa Cabral, Maria Antónia Oliveira, Philip Cabau, Salette Tavares

ISBN 978-989-8902-25-2 | EAN 9789898902252

Edição: Outubro de 2018
Preço: 22,64 euros | PVP: 24 euros
Formato: 17 x 22 cm (encadernado)
Número de páginas: 194 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês


Graça Costa Cabral: «Olho para estas ilhas e vejo o princípio do mundo, o fogo, as lavas, as cinzas, as pedras, os metais, o ferro, a matéria a elevar-se do mar e depois a quietude, o princípio da vida.»


Nasceu na ilha de São Miguel, Açores e muito nova veio para Lisboa. Estudou na Escola António Arroio e na Escola de Belas-Artes, dando curso a uma actividade continuada de escultora. Foi co-fundadora do Ar.Co, projecto a que dedicou toda a sua vida como professora e membro da Direcção. Ao longo destes anos, nunca abandonou o seu trabalho de escultora tendo executado um número significativo de encomendas e participado com regularidade em exposições individuais e colectivas.
Soube aliar de forma exemplar a sua actividade de professora com a de escultora, trabalhando nas oficinas do Ar.Co ao lado dos alunos e explorando as novas tecnologias e materiais que foram sendo incluídos nos programas de aprendizagem.
Nos últimos três anos da sua vida, preparámos a exposição apresentada em Lisboa na SNBA em Abril de 2016, reunindo peças e desenhos inéditos a par da selecção de alguns conjuntos escultóricos já mostrados anteriormente.
Esta exposição foi apresentada dois anos depois na ilha de São Miguel, sua terra natal, no Arquipélago — Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande, de 26 de Janeiro a 8 de Abril de 2018.
Ao conjunto apresentado em Lisboa juntaram-se 14 pinturas todas de 2001, 73 pequenas esculturas de porcelana, ferro e bronze e uma meia dúzia de peças pertencentes a colecções sediadas nos Açores.
Como homenagem sentida e saudosa é editado este livro/catálogo que reúne um conjunto fotográfico da exposição nos Açores, uma recolha de textos críticos, depoimentos e poemas de amigos e integra ainda um currículo detalhado e uma exaustiva fortuna crítica.
[Manuel Costa Cabral, «Graça Costa Cabral (1939-2016)»]

Lux in Tenebris I Miguel Telles da Gama


Lux in Tenebris
Miguel Telles da Gama

Textos de José Sarmento de Matos, Jorge Silva Melo, Manuel Costa Cabral

ISBN 978-989-8902-46-7 | EAN 9789898902467

Edição: Novembro de 2018

Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 17 x 22 cm (encadernado)
Número de páginas: 104 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês



O Miguel mete-se connosco, desencadeia fiozinhos do inconsciente que irrompem nas tais bolhinhas que perturbam o correr plácido do consciente. Espicaça-nos. Mas cuidado: ele mete-se connosco mas não brinca connosco.

Este livro foi publicado por ocasião da exposição Lux in Tenebris, de Miguel Telles da Gama, com curadoria de Manuel Costa Cabral, realizada na Fundação Portuguesa das Comunicações entre 22 de Novembro de 2018 e 5 de Janeiro de 2019.

No princípio deste ano, o Miguel desafiou-me para ver o que eu achava do primeiro quadro que estava quase pronto e que abria o tema da sua próxima exposição. Lá fui ao seu atelier pequeno no fundo do quintal para observar com bastante interesse, pois daquele pincel nunca se sabe o que pode sair. Olhei, e gostei da originalidade do tema e da estranheza que me causou. […] Para mim, a pintura não se interpreta, sente-se.
Desde o momento que vi esse quadro, desencadeou-se em mim a sensação incómoda de que um fiozinho subia do inconsciente e fazia como que umas bolhinhas agitadoras na linearidade mais ou menos calma da nossa linha do consciente, da racionalidade e da lógica que nos vai facilitando o confronto com o mundo exterior. Perturbou-me. 
[José Sarmento de Matos]

São armaduras, carapaças, viseiras, palas, articulações, é metal o que Miguel Telles da Gama agora obsessivamente pinta, o que restou de cavaleiros andantes, o que ficou das latas improvisadas do Alexandre Nevsky, negros metais bélicos que já não protegem vencedores nem santos combatentes, há muito que já não há Carlos V para os pintores retratarem no auge da batalha ou na paz de Breda. 
[Jorge Silva Melo]

Porquê a inscrição da pintura num círculo em trabalhos anteriores e agora neste? O círculo como na lanterna mágica, a abordagem através de um buraco de fechadura, de um óculo…

…porque na verdade é disso que se trata, nós estamos do lado de cá e é como se houvesse uma coisa no lado de lá que nós vemos e a que não temos acesso.
[Conversa Manuel Costa Cabral | Miguel Telles da Gama]

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Das Sombras do Verão, do Dia e da Noite I Margarida Lagarto


Das Sombras do Verão, do Dia e da Noite

Texto de Filipa Oliveira e Manuel Costa Cabral

ISBN: 978-989-8834-71-3

Edição: Maio de 2017
Preço: 11,32 euros | PVP: 12 euros
Formato: 16,7 x 23 cm [brochado, a cores]
Número de páginas: 56

Edição bilingue: português-inglês



Uma experiência íntima da vivência da natureza,
uma experiência do despojamento e do tempo.


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Margarida Lagarto: Das Sombras do Verão, do Dia e da Noite», com curadoria de Filipa Oliveira e Manuel Costa Cabral, que teve lugar no Fórum Eugénio de Almeida, em Évora, entre 6 de Maio e 2 de Julho 2017, realizada em parceria com a Fundação Carmona e Costa.

Já tinha passado naquele jardim centenas de vezes, mas as suas sombras ainda não lhe tinham cativado o olhar. Durante o passeio fixou-as nessas tais folhas. Fascinada com o resultado do exercício voltou ao jardim, desta vez sozinha. Descobriu um velho muro onde várias árvores projectavam as sombras intermitentes das suas folhagens.
O muro branco, gasto pelo tempo, tornou-se o seu caderno, e Margarida Lagarto visitou-o incessantemente a diferentes horas do dia, durante meses e meses. Sentava-se e olhava-o, fotografava-o e filmava-o. Mas não o desenhava, não ali. As visitas ao muro tornaram-se quase uma obsessão. Era preciso vê-lo todos os dias. Como estariam as sombras hoje? Haveria sombras neste dia quase sem sol? Ou neste outro em que ele é excessivo? E hoje com o céu tão enublado? Ou com tanto vento?
O muro tinha-se transformado num ecrã que acolhia formas e movimentos.
[…]
Nesta série, Margarida Lagarto não desenha as árvores, nem o muro, mas maioritariamente as sombras projectadas. Desenha o desaparecimento, o vazio.
Desenha algo que é uma ausência – de luz, de materialidade – e dá-lhe um corpo. Desenha a impermanência, tão própria da natureza como também do ser humano. Essa procura pelo imaterial é o seu sentido do sensível. É no silêncio das sombras que Margarida Lagarto encontra um quotidiano sublime. 
Filipa Oliveira e Manuel Costa Cabral


Margarida Lagarto nasceu em Veiros, Estremoz, em 1954. Tem o curso de pintura da Escola António Arroio. Frequentou o curso de pintura da ESBAL – Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Vive e trabalha em Évora.

terça-feira, 6 de junho de 2017

«Maria José Oliveira – 40 Anos de Trabalho» (convite)


Lançamento do catálogo oficial da exposição
MARIA JOSÉ OLIVEIRA - 40 ANOS DE TRABALHO


8 de Junho de 2017, quinta-feira, às 18:30


Sociedade Nacional de Belas-Artes
Rua Barata Salgueiro, 36, 1250-044 Lisboa

A entrada é gratuita, sujeita a inscrição prévia para o número 213138510 

Exposição
Curadoria de Manuel Costa Cabral

15 de Maio a 17 de Junho de 2017 

segunda a sexta (excepto feriados): 12h-19h; sábado: 14h-20h 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Monografia de Rui Calçada Bastos I Lançamento

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Monografia de Rui Calçada Bastos

Lançamento
Sábado, 7 de Janeiro de 2017, às 16 horas
Com a presença de 
Manuel Costa Cabral, Ana Anacleto, Sabrina van der Ley

Fundação Carmona e Costa
Edifício Espanha, Rua Soeiro Pereira Gomes, Lote 1, 6º A e D - 1600-196 Lisboa