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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Mundo Flutuante — Trabalhos 1996-2018


Mundo Flutuante — Trabalhos 1996-2018
Pedro A.H. Paixão


Coordenação editorial de Nuno Faria, Pedro A.H. Paixão
Textos de Nuno Faria, Emanuele Coccia, Pedro A.H. Paixão
Design gráfico de Pedro Falcão

ISBN 978-989-568-128-0 | EAN 9789895681280

Edição: Dezembro de 2023
Preço: 23,58 euros | PVP: 25 euros
Formato: 16 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 344 (a cores)

edição bilingue: português-inglês

Com o CIAJG


O trabalho de Pedro A.H. Paixão (Lobito, Angola, 1971) tem, nestes últimos anos, vindo a ganhar a presença, o protagonismo público e a ressonância crítica que se adivinhavam há muito tempo.

 

Afastado, com episódicas aparições, da visibilidade e do mediatismo durante anos de intenso e quase secreto labor, o artista veio a edificar um pensamento e uma obra de uma profundidade e uma potência raras em que o desenho se constitui como a espinal medula, o eixo por onde fluem as forças que vem construindo e fazendo confluir desde o labirinto do tempo até a uma clareira em que tudo parece correr sem barreiras ou fronteiras — para além da História nos interstícios de uma geografia complexa em que o pensamento arcaico é convocado e permanentemente revisitado para poder (re)pensar o lugar do contemporâneo. Esta exposição, na qual Pedro A.H. Paixão foi desafiado a interagir de forma extensiva com a colecção do CIAJG, tem como mote de base lançar um olhar abrangente sobre a produção do artista, acolhendo obras dos primeiros anos do seu percurso e trabalhos muito recentes, mas abre igualmente o campo a novas abordagens e à exploração de meios que não tinham sido antes tratados de maneira tão aprofundada como agora.

Assim, para além de se apresentar um amplo conjunto de trabalhos em vídeo, um meio que Pedro Paixão nunca, em rigor, deixou de explorar, mas que nos últimos anos perdeu intensidade em favor do trabalho em desenho (aqui também presente em extensão), é o projecto sonoro, especificamente concebido para o espaço da colecção e em estreito diálogo com algumas das peças que a constituem, que surge como a grande novidade e o elemento unificador e perturbador, que sublinha e confere às obras expostas o seu carácter de inquietante e familiar estranheza.

Quem agora nos visita terá a oportunidade de conhecer ou reconhecer uma obra rara que traz para o plano do visível as dimensões política e poética, a potência do acontecimento a surgir e o testemunho das vozes silenciadas pela crueldade da História, o íntimo e o público, a luz e a escuridão — como se o desígnio, a potência do pensamento artístico, conferisse àquele que faz, o artista, a capacidade de ampliar os limites de (auto)conhecimento e de desconstrução da entidade antropológica a partir dos seus poderes mágicos, xamânicos de transformação em tantas outras entidades: geológica, animal, vegetal, espiritual.

[Nuno Faria]

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Pedras e Batatas / O Ruído dos Sonhos

Pedras e Batatas / O Ruído dos Sonhos
Miguel Ângelo Rocha, com Isabel Madureira Andrade e Russell Floersch

Textos de Maria João Gamito e Ricardo Escarduça
Design gráfico de Atelier Pedro Falcão

ISBN 978-989-568-097-9 | EAN 9789895680979

Edição: Abril de 2023
Preço: 28,30 euros | PVP: 30 euros
Formato: 21 × 28 cm (encadernado, com tela serigrafada)
Número de páginas: 196 (a cores)

Com a Galeria 111 e o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra

Edição bilingue: português-inglês


Miguel Ângelo Rocha: «Este livro apresenta um projecto em dois momentos (duas exposições): Pedras e Batatas, na Galeria 111, Lisboa, e O Ruído dos Sonhos, no CAPC (Sede e Sereia), Coimbra. Para a exposição no CAPC, convidei os artistas Isabel Madureira Andrade e Russell Floersch. O envolvimento destes artistas, assim como as suas obras, completam o projecto.»

 


Na exacta irregularidade da forma que, recortada em papel branco, ocupa quase um terço da margem inferior do desenho/colagem, uma seta põe em contacto um título — Stones and Potatoes — e os registos sobrepostos em que, da leitura, julgamos reconhecer uma pedra e uma batata. Neste sentido, vinda das palavras, a seta aponta para as imagens sugerindo aos olhos a direcção que as concretiza como figuras prováveis da estabilidade semântica conferida por um título.

Mas se ignorarmos essa direcção e começarmos por nos deter na improbabilidade das figuras, apenas duvidando das palavras — já não título mas legenda — nos podemos aproximar da observação do seu movimento, considerado por Miguel Ângelo Rocha um programa de desobediência. E se, à partida, o movimento resulta tanto da obra a fazer-se como do seu continuado devir, a desobediência é a condição que nela inscreve as múltiplas divergências que comprometem a imobilidade das palavras, das imagens e dos objectos, mantendo intacto o rigor da sua presença.

[Maria João Gamito]


Sem adoptar o plano de uma exposição colectiva, em O Ruído dos Sonhos, Miguel Ângelo Rocha, Isabel Madureira Andrade e Russell Floersch encontram-se, como se um mistério gravítico, algum ímpeto magnético que habite e agite o seu interior e, contudo, não dominam nem de que tomam posse, os atraia, e, enfim, revele o invariante que eclode do particular. […] O Ruído dos Sonhos é uma manifestação de Formas, contêm ideias, porém alheias à metafísica. São coisas, matérias e formas imediatas, sem idealismo ou intangibilidade.

[Ricardo Escarduça]

Itinerário e Transmissão

 

Itinerário e Transmissão
Pedro Tropa

Textos de Sérgio Mah e Pedro Tropa
Design gráfico de Atelier Pedro Falcão

ISBN 978-989-568-095-5 | EAN 9789895680955

Edição: Maio de 2023
Preço: 14,15 euros | PVP: 15 euros
Formato: 17 × 24 cm (brochado)
Número de páginas: 120 (a cores)

Com a Galeria Quadrado Azul

Edição bilingue: português-inglês



Sérgio Mah: «Esta publicação reúne um conjunto de trabalhos realizados nos últimos anos e tem como elemento aglutinador o som.»

 



No início, tive de me debater com o problema de o desenho ser um processo, em certa medida, conflituoso com o processo fotográfico, criando algumas discrepâncias e por vezes algumas inversões. A fotografia trata, é claro, do tempo objectivo, do testemunho e frontalidade que eu sempre achei muito transparente. O desenho, por outro lado, tem um curso que, longe de ser apenas uma dimensão linear, vai abrindo formas que estão mais perto das ideias das coisas do que das próprias coisas. Este conflito fez-me interessar pelas matérias sonoras, gravadas ou sintetizadas, que possuem esta dualidade de registo sensorial (ausente na fotografia) e ao mesmo tempo propensas a processamentos e transformações, como no desenho. Penso, sobretudo, o som como outra imagem e como outra forma de representação.

[Pedro Tropa]

 

Desde o início da sua trajectória artística, em meados dos anos 1990, que o trabalho criativo de Pedro Tropa tem privilegiado temas imanentes à experiência e percepção da paisagem. A vivência de lugares concretos ou arquetípicos (pelas suas ressonâncias poéticas ou simbólicas, como a montanha, a lagoa, a ilha), as sensações do corpo perante certas condições topográficas e meteorológicas, ou simplesmente as dinâmicas que o olhar incorpora diante de certos territórios, têm sido insistentemente reconfigurados pelo artista através da observação testemunhal proporcionada pela fotografia ou mediante uma prática do desenho, desenvolvida no espaço do atelier, que articula as especificidades desse processo criativo com a memória dos lugares.

Nos últimos anos, o trabalho de Pedro Tropa alargou-se a outros meios de expressão como a escultura, a poesia e o som. Neste contexto, é de destacar o uso do som, pensado não apenas como um meio, mas fundamentalmente como uma vasta zona de assuntos, ideias e imagens, através do qual o artista congemina inúmeras e fecundas combinações estéticas e especulativas entre os diferentes meios e os temas da paisagem.

[Sérgio Mah]

segunda-feira, 25 de julho de 2022

Lisboa Vista por Dentro


Lisboa Vista por Dentro
João Appleton 

Prefácio de Raquel Henriques da Silva 
Fotografias de Pedro Tropa 
Design gráfico de Pedro Falcão 

ISBN 978-989-568-033-7 | EAN 9789895680337 

Edição: Julho de 2022 
Preço: 18,87 euros | PVP: 20 euros 
Formato: 14,5 × 20,5 cm (brochado) 
Número de páginas: 348


«Admiro a escrita quase martelada, aparentemente pouco literária, indo direita ao assunto: escrita de engenheiro, dir-se-ia. Todavia, só aparentemente é assim, e foi essa ambivalência a razão da escolha da epígrafe [do meu artigo]: “(…) tanto tenho cosido paredes rasgadas que me sinto uma espécie de alfaiate dos prédios antigos, sempre de fatos à medida, sempre com boas linhas, agulhas e tesouras.”»
Raquel Henriques da Silva, no Prefácio 



«Num dia de finais de 80, já percorridos muitos quilómetros de ruas e travessas, e vistos milhares e milhares de metros quadrados de edifícios quase todos anónimos e praticamente todos em mau estado, percebi também que tinha encontrado o meu destino, que definitivamente estava ali, na história desses edifícios e dessa cidade.» 
«Há já muitos anos, a minha vida profissional foi-se encaminhando para novos destinos, quando fui deixando de ser especialista em estruturas, que nunca quis ser apenas, para me transformar, ou melhor, me ir paulatinamente transformando num generalista da construção, com interesse especial pela sua história e pelas histórias de vida dos edifícios que são, afinal, a história da própria cidade. 
E nessa caminhada, feita com gosto, mas muitas vezes a sós, Lisboa teve um papel central, talvez porque seja a minha cidade e a cidade que sinto como minha, nas suas paredes e nas calçadas, no seu ar simultaneamente chique e decadente, das tristezas que se desprendem dos seus fados, cruzados com a alegria de uma luz sem par. 
É sobretudo a Lisboa das colinas que me encanta, que tento ver de todos os ângulos possíveis, de miradouros, de largos e ruas, sobretudo quando se consegue não ver a degradação de tantos prédios, a vegetação a crescer nas casas abandonadas, saboreando a cascata de telhados de muitos vermelhos que parecem escorregar lentamente pelas encostas até irem beijar o vale e o rio.» 
[João Appleton]

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Julião Sarmento – The Complete Film Works

Julião Sarmento – The Complete Film Works 
Julião Sarmento 

Edição de Nuno Crespo
Textos de Chrissie Iles, Delfim Sardo, João Pedro Amorim, Kerry Brougher, Nuno Crespo 
Design de Pedro Falcão 

ISBN 978-989-8833-68-6 | EAN 9789898833686 

Edição: Novembro de 2021 
Preço: 37,74 euros | PVP: 40 euros 
Formato: 18 × 25,5 cm (encadernado) 
Número de páginas: 360 (a cores) 

Com a Universidade Católica, Escola das Artes, CITAR 
Edição bilingue: português-inglês


Este livro tem no título uma palavra que não devia lá estar: complete. Porque a obra de Julião Sarmento nunca estará completa. Enquanto existirem pessoas que olhem para as suas pinturas, esculturas, desenhos, instalações e filmes, a sua obra continuará. 
[Nuno Crespo] 



Desde o início da sua carreira, em 1967, que o filme ocupa um lugar central na investigação levada a cabo por Julião Sarmento sobre os impulsos reprimidos da psique. A relação de Sarmento com o filme começou num momento crítico da história do cinema, quando as severas leis sobre a obscenidade estavam prestes a ruir, no final de uma década orientada pela libertação do impulso erótico. Em toda a Europa e nos Estados Unidos da América, o desenvolvimento de um cinema experimental e independente vital desafiava o domínio dos modelos hollywoodescos de fantasia e desejo. Em Portugal, a revolução política de esquerda estava prestes a derrubar o regime salazarista, conduzindo a uma nova vaga radical de cinema que aborda as questões da emancipação social. No mundo da arte, as tradicionais fronteiras entre filme e outras formas de arte haviam sido flexibilizadas por artistas que abraçaram o filme como parte da sua prática artística baseada no processo. 
[Chrissie Iles] 

Muita da matéria de Sarmento, e da sua abordagem à produção de arte, encontra-se neste simples filme inicial: o foco na mulher, na sexualidade e na objectificação; a parede monocromática como tela em branco (que seria incorporada nas suas Pinturas Brancas duas décadas mais tarde); a fusão entre o corpo e o pano de fundo; e, acima de tudo, a amplificação do próprio medium para neutralizar as ilusões cinemáticas e abrir o sentido da imagem. Esta abordagem é usada por Sarmento em muitos dos seus filmes mais antigos. Em Faces (1976), Sarmento foca línguas que se tocam, um acto sensual que, visto repetidamente com um grau de pormenor desconfortável, perde a sua aura erótica e se transforma num estudo de movimento e anatomia. Em Sombra, do mesmo ano, a iluminação varia lentamente sobre duas mulheres nuas, transformando a imagem erótica num estudo de chiaroscuro
[Kerry Brougher]

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Espelho / Mirror I Rui Sanches


Espelho / Mirror
Rui Sanches

Textos de Delfim Sardo, Sara Antónia Matos e Richard Deacon

Design de Pedro Falcão

ISBN 978-989-9006-00-3 | EAN 9789899006003

Edição: Novembro de 2019
Preço: 33,19 euros | PVP: 35 euros
Formato: 22,3 x 29,7 cm (brochado)
Número de páginas: 280 (a cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês



Este livro documenta a exposição «Espelho/Mirror», de Rui Sanches, que teve lugar em Lisboa, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional entre 29 de Setembro de 2019 e 12 de Janeiro de 2020, com curadoria de Delfim Sardo, e no Museu Coleção Berardo entre 10 de Outubro de 2019 e 12 de Janeiro de 2020, com curadoria de Sara Antónia Matos.


A obra de Rui Sanches tem vindo a desenvolver-se, ao longo dos últimos 35 anos (a sua primeira exposição individual em Portugal teve lugar em 1984), como uma extensa reflexão em torno de três questões fundamentais: a relação da criação moderna e contemporânea com a história e as diferentes linhagens que se foram definindo, a possibilidade de tematizar a questão do ponto de vista (do espectador e dos que a obra em si mesma propõe) — quer em termos físico-percetivos, quer em termos representacionais — e a questão da relação da arte com o mundo, seja por processos de ressignificação, de relação com o contexto, de citação ou paráfrase ou pelo léxico material utilizado. 
[Delfim Sardo]


Cada desenho fixa momentos ou estados, não tanto sobre a figura ou os objectos, antes sobre as suas qualidades líquidas, os movimentos e as vibrações que antecedem a forma. Na obra de Rui Sanches, o desenho parece sair da folha de papel, extravasando as suas margens, para lá dele, como se se estendesse pelo espaço. Assim, em certas circunstâncias, o desenho parece poder ser atravessado pelo espectador: este, não tendo base firme (referências de escala, perspectivas) onde assentar os pés, pode aproximar-se ou afastar-se daquele, afundar-se na janela que abre para o lado de lá ou ficar deste lado e vê-lo à distância.
[Sara Antónia Matos]

Os trabalhos produzidos por Rui Sanches nos últimos dois anos, Os espaços em volta, sugerem que os espaços, como vórtices em água turbulenta ou portais cósmicos (wormholes), se abrem por toda a parte em nosso redor. Dois destes trabalhos, os de maior dimensão, contêm mesmo portas, apesar de a entrada permanecer no domínio do imaginário, não no do possível — o que, aliás, faz todo o sentido, pois se de facto entrássemos, muito provavelmente desapareceríamos. 
[Richard Deacon]

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Clareira — Escultura 1984-2018 I Manuel Rosa


Clareira — Escultura 1984-2018
Manuel Rosa

Textos de José Tolentino Mendonça, Manuel Castro Caldas, Nuno Faria
Design de Pedro Falcão

ISBN 978-989-8902-58-0 | EAN 9789898902580

Edição: Maio de 2019
Preço: 33,19 euros | PVP: 35 euros
Formato: 23,3 x 32,9 cm (brochado)
Número de páginas: 272 (impressas a 5 cores)

Com a Fundação Carmona e Costa

Edição bilingue: português-inglês



José Tolentino Mendonça: «As esculturas de Manuel Rosa são pedra, gesso, areia, argila, metal, mas cantam. E fazem-no com a língua dos aborígenes reunidos à volta do fogo, o assobio dos nómadas através do deserto, o grito dos artesãos populares que vêm desde o princípio, o acento helénico de Pitágoras ou de Anaximandro.»


Manuel Rosa é um dissidente. Reporta-se a uma temporalidade censurada pelos oficiais do progresso, e maneja práticas essenciais de artesanato que a ideologia tecnológica pretende substituir e eliminar. Reivindica a solidão do desenho contra o enxame das imagens virais. Esculpe barcos para voltarmos a reencontrar florestas; fornece figuras para encabeçarmos rituais extensos e viagens pelo desconhecido; mandata-nos para encontrar a luz que o vazio projecta na sombra; encoraja-nos a entretecer modos primitivos que são a porta de acesso ao ignorado mundo primeiro.
[José Tolentino Mendonça]


O vocabulário de Manuel Rosa é amplo em termos formais, temáticos e materiais. É um trabalho que, entre referências à escultura primitiva e pré-clássica, à Arte Povera e à geração de escultores britânicos surgida nos anos 80 do século passado, se destacou pela forma como construiu um forte sentimento de intemporalidade, por um lado, e uma intensa ligação à terra e aos materiais do lugar, por outro. Reiterando, por um lado, arquétipos poderosos — a casa, o barco, o corpo humano —, e, por outro, objectos sem aura, de uso corrente ou índole industrial — cabaças, bolas, baterias de automóvel —, o artista opera, com desconcertante liberdade processual, uma ininterrupta circulação entre energia e forma, figura e sombra, cheio e vazio, totalidade e fragmento, pequena e grande escala, o efémero e o perene.
[Nuno Faria]


Como sucede com muitos outros artistas da mesma geração, a figura tutelar de Beuys não anda longe (por influência directa ou indirecta), levando a que o trabalho de configuração abarque, como Pellizzi faz notar, não tão simplesmente a produção de «imagens» ou «coisas», mas a transmissão de «estados de espírito» que fazem das obras «resíduos de actos intensos mas precários de “sobrevivência Poética”».
[Manuel Castro Caldas]

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Documenta na Drawing Room Lisboa 2018



11 de Outubro, às 20 horas
Lançamento do livro Fantasmagoriana, de Adriana Molder, 
com a presença da artista, João Miguel Fernandes Jorge e Nuno Fonseca.



14 de Outubro, às 14 horas
Lançamento do livro Spielraum, de Miguel Ângelo Rocha, 
com a presença do artista, Maria do Mar Fazenda e Pedro Falcão.



Sociedade Nacional de Belas Artes — Rua Barata Salgueiro, nº 36, 1250-044 Lisboa