terça-feira, 25 de julho de 2017

Maria José Oliveira - 40 Anos de Trabalho


Maria José Oliveira - 40 Anos de Trabalho

Textos de Ana Godinho, Cristina Filipe, João Pinharanda, José Gil, Paulo Henriques, 
Raquel Henriques da Silva e Sílvia T. Chicó

ISBN: 978-989-8834-72-0

Edição: Junho de 2017
Preço: 24,53 euros | PVP: 26 euros
Formato: 21 °— 27 cm [encadernado, a cores]
Número de páginas: 160 + folheto com traduções


Edição bilingue: português-inglês


É o tempo que se celebra nesta visão dos 40 anos de trabalho de Maria José Oliveira.


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Maria José Oliveira – 40 Anos de Trabalho», com curadoria de Manuel Costa Cabral, realizada na Sociedade Nacional de Belas-Artes, Lisboa, com  o apoio da Fundação Carmona e Costa, de 15 de Maio a 17 de Junho de 2017.



Longe de fazer desaparecer, a morte inicia o desvelamento mais profundo, em direcção às origens. A verdadeira revelação começa com a morte. [José Gil]

[…] é uma artista das cores da terra, dos amarelos ouro, da infinidade dos tons de cinza, das aguadas da cal, dos brancos da porcelana, dos tons e timbres da grafite e do carvão. [Raquel Henriques da Silva]

Percorremos, demoradamente um a um, com o olhar os objectos preciosos e quase mágicos de Maria José Oliveira, e uma multiplicidade de transmutações parece estar a ocorrer a cada instante. [Ana Godinho]

Tempo […] é também um conceito profundo que percorre o seu trabalho: as matérias primeiras do mundo, o arco entre a vida e a morte, a história familiar, o discreto existir de cada dia. [Paulo Henriques]

o corpo é um alimento a meio caminho entre carne e espírito : o que […] nos dá a comer é pão seco, é leite, é cera, são folhas, é pólen, é sangue, é sémen – e tomamos nas mãos um vaso sagrado. [João Pinharanda]

Em consciência, sem pudor e com desprendimento, dá nome às «coisas» e sempre as coloca no lugar certo. Seja o corpo, o chão, a parede, uma mesa ou uma cadeira. Se esse lugar não existe, constrói-o. [Cristina Filipe]

Partindo do adorno e da elaboração de um corpo impossível, Maria José Oliveira inicia uma aventura poética muito pessoal, onde perpassa tanto a nostalgia como a comemoração, ou explicitando, quiçá, a dor da ausência. [Sílvia T. Chicó]



Maria José Oliveira (Lisboa, 1943) fez pesquisa de fornos de chão em Ribolhos, na região de Viseu, desde 1967, com Mestre Albino, um dos últimos oleiros arcaicos. Curso de cerâmica do IADE entre 1973 e 1976. Frequentou o curso de escultura do Ar.Co em 1978. Foi professora convidada do Departamento de Cerâmica do Ar.Co de 1991 a 1997. Expõe regularmente desde 1982, em Portugal e no estrangeiro.

Alberto Carneiro – Natureza Dentro I Duarte Belo


Alberto Carneiro – Natureza Dentro
Duarte Belo

ISBN: 978-989-8834-76-8

Edição: Junho de 2017
Preço: 16,98 euros | PVP: 18 euros
Formato: 14,5 x 20,5 cm [brochado, a cores]
Número de páginas: 128


[com a Galeria Ala da Frente – Câmara Municipal de Famalicão]


Nesta natureza intacta, cidade imaginária,
nos encontramos.


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Alberto Carneiro – Árvores e Rios», com curadoria de António Gonçalves, realizada na Galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 10 de Junho a 23 de Setembro de 2017.


Este trabalho é sobre o projeto, sobre o desenho. É sobre a terra, sobre a arte, sobre as «cidades». É sobre a natureza, sobre a transparência da opacidade do que não vemos, sobre a densidade de um mundo fascinante. 
[…]
Conheci pessoalmente Alberto Carneiro em Outubro de 1987, como seu aluno na disciplina de Desenho, do segundo ano do curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Trinta anos decorreram desde essa data. Nesta natureza intacta, cidade imaginária, nos encontramos. Em mim ficou esse fascínio da ligação entre o ensino e a obra, os diálogos do olhar, as conversas que mantivemos depois de terminado o ano, os contactos esparsos ao longo destas três últimas décadas. A amizade, uma profunda admiração e gratidão.
A maquete deste livro foi apresentada a Alberto Carneiro e por si bem recebida. À data desta publicação já não podemos contar com a sua presença. A sua obra e a sua visão, permanecem. 
[Duarte Belo]


Duarte Belo (Lisboa, 1968). Licenciado em Arquitectura (1991). Paralelamente à actividade inicial em Arquitectura, desenvolve projectos em Fotografia. Expõe individualmente desde 1989, tendo já participado em numerosas exposições individuais. Está representado em diversas colecções públicas e privadas, em Portugal e no estrangeiro. Já desenvolveu a actividade de docência e participa regularmente em seminários, congressos e mesas redondas. Na Documenta, publicou: A Torre (com Maria Inês Cordeiro), em 2013; Maria Gabriela Llansol – O Encontro Inesperado do Diverso (com Ilda David), em 2014; Cesariny – Em Casas Como Aquela (com José Manuel dos Santos), em 2014; Alberto Carneiro – Natureza Dentro, em 2017. [informação mais completa]

Missão Fria I Pedro Casqueiro



Missão Fria
Pedro Casqueiro

Texto de Bruno Marchand

ISBN: 978-989-8834-77-5

Edição: Julho de 2017
Preço: 24,53 euros | PVP: 26 euros
Formato: 21x27 cm
Número de páginas: 136 [impressas a cores]


Edição bilingue: português-inglês



Uma espécie de corpo escorregadio e imprevisível a navegar
livremente as águas paradas do aparelho artístico.


Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Missão Fria», de Pedro Casqueiro, realizada na Fundação Carmona e Costa, com curadoria de Bruno Marchand, entre 24-06-2017 e 29-07-2017.


Missão Fria é a vigésima exposição individual de Pedro Casqueiro (Lisboa, 1959) e a primeira por si apresentada nos espaços da Fundação Carmona e Costa. Indo ao encontro da natureza programática da Fundação, esta exposição compõe-se, na sua maioria, por obras cujo registo facilita o seu entendimento como desenhos. Contudo, as características que conferem ao desenho a sua especificidade quando comparado, por exemplo, com a pintura – que é, aliás, o meio em que o artista investe a maior parte da sua energia e pelo qual é, porventura, mais conhecido – nem sempre são simples de discernir. Sobretudo na obra de um artista que nunca demonstrou interesse particular pelas hipotéticas valências matéricas da pintura, pela sua possível fusão com o campo da tridimensionalidade, ou mesmo por uma qualquer tendência para a expressividade do gesto, para deixar inalienável a marca da sua mão como se de um símbolo autoral se tratasse. [Bruno Marchand]

Pedro Casqueiro nasceu em Lisboa, em 1959. Frequentou a Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo-lhe sido atribuído o Prémio Revelação de Desenho na II Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira (1980). Vive e trabalha em Lisboa. Na Documenta, publicou: Pedro Casqueiro - Desordem Vertical (2017), editado em colaboração com a Galeria Ala da Frente (Vila Nova de Famalicão) e Missão Fria (2017), editado em colaboração com a Fundação Carmona e Costa (Lisboa).

segunda-feira, 24 de julho de 2017

AUGUSTA I Alexandre Melo, André e. Teodósio, Vasco Araújo



Augusta

ISBN: 978-989-97719-8-7 
(tiragem normal)
ISBN: 978-989-8618-22-1 
(tiragem especial, numerada e assinada) 

Edição: Julho de 2017

Preço: 11,32 euros | PVP: 12 euros 
(tiragem normal, com reproduções)

Preço: 22,64 euros | PVP: 24 euros 
(tiragem especial, numerada e assinada e com reproduções a cores) 

Formato: 15,5 x 23,5 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 88



Sendo uma obra autónoma, este livro é também o segundo volume de uma série de trabalhos dos autores que encontra em Roma o seu tema genérico.


Deste livro fez-se uma tiragem normal de 400 exemplares e uma tiragem única de 100 exemplares, numerados de 1/100 a 100/100 e assinados pelos autores.


Este livro inclui o texto (com base em As Aves, de Aristófanes) bem como uma seleção de imagens do vídeo Augusta (Vasco Araújo, 2008), uma adaptação da transcrição de dois diálogos de Alexandre Melo com Vasco Araújo e André e. Teodósio e duas cartas destes comentando as conversas.
Os temas em discussão, motivados pela análise do vídeo, são as noções de poder, utopia, crítica e criação artística, tal como se manifestam no legado das reflexões sobre as noções históricas de «cidade ideal» e «Império» e nas práticas dos mundos da arte e da sociedade contemporânea em geral. As conversas tiveram lugar num apartamento no Chiado, em Lisboa, nos dias 10 e 18 de fevereiro de 2011.
Os autores combinam os registos da ficção teatral, especulação abstrata e comentário de atualidade. Não deixando de mobilizar as suas experiências pessoais e profissionais específicas, os intervenientes representam as suas próprias personagens e convocam, sem preocupações com o rigor histórico, as figuras de César, Octávio e Cícero.
Sendo uma obra autónoma, este livro é também o segundo volume de uma série de trabalhos dos autores que encontra em Roma o seu tema genérico. Entendeu-se que as referências a Roma e ao Império Romano e a adoção de uma metodologia híbrida, na discussão e na forma de apresentação do livro, poderiam contribuir para um alargamento do espaço de interpretação e invenção também por parte dos leitores. [«Introdução»]

quarta-feira, 19 de julho de 2017

LER+ Plano Nacional de Leitura 2017


Livros Sistema Solar, Documenta e BI 
no LER+ Plano Nacional de Leitura 2017


clicar nas imagens das capas para aceder a mais informação em www.sistemasolar.pt

Ensino Secundário (sugestão de leitura)

Ensino Secundário (sugestão de leitura)

Ensino Secundário (sugestão de leitura)

Ensino Secundário (sugestão de leitura)

3º Ciclo (leitura autónoma)

 Formação de adultos (sugestão de leitura)

Formação de adultos (sugestão de leitura)

Formação de adultos (sugestão de leitura)


Ensino Secundário (sugestão de leitura)


9º Ano (leitura orientada na sala de aula)