terça-feira, 27 de novembro de 2012

«Caravana Doors – Uma viagem luso-americana», de Rui Pedro Silva

 
Caravana Doors – Uma viagem luso-americana

Rui Pedro Silva


ISBN: 978-989-8618-11-5

Preço: 23,58 euros | PVP: 25 euros

Formato: 17×24 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 416 (com reproduções)

Caravana Doors
foi concebida numa consistente união de factos que resultou em parte do desejo da Universidade da Califórnia apreender com exactidão as origens do fenómeno Doors – que se produziu no âmago do campus – e conhecer também o impacto desse fenómeno na cultura e vivência portuguesa (origem do pesquisador). Nessa dinâmica, Rui Pedro Silva viveu e trabalhou em Los Angeles (2009) como investigador residente na UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles – onde Jim Morrison, Ray Manzarek e Francis Ford Coppola se formaram em cinema). O resultado é impressionante. Caravana Doors apresenta-nos personalidades marcantes, histórias novas, desmistificações e material raro, fruto de um trabalho único e profundo de investigação sobre as raízes dos Doors; do impacto do fenómeno na imprensa portuguesa, contexto social e cultural português ao longo das décadas e uma série de entrevistas a personalidades nacionais de diferentes expressões artísticas.




Rui Pedro Silva é um destacado autor internacional dos Doors. Nasceu no Porto, onde em 2000 se licenciou em Ciências da Comunicação. Desde essa altura desenvolveu uma vasta pesquisa, estabeleceu parcerias com artistas nacionais e internacionais, inclusive com os Doors, staff original, reputados biógrafos (como Jerry Hopkins e Danny Sugerman, autores do best seller Daqui Ninguém Sai Vivo), amigos íntimos de Jim Morrison, dos outros Doors, etc. Do seu longo e consistente percurso destaca-se a elaboração de uma tese académica de contraste entre a complexa personalidade do homem/poeta James Douglas Morrison (Jim Morrison) e o seu mito «O Rei Lagarto», estrela de rock. Em 2001, e após um escrutínio nacional da Warner e de uma rádio nacional portuguesa, foi escolhido para representar Portugal nas celebrações dos 30 anos da morte de Jim Morrison onde esteve com Ray Manzarek e Danny Sugerman nas homenagens ocorridas a 3 de Julho em Paris.
Em 2003 foi lançada a edição nacional do Contigo Torno-me Real, o primeiro livro do autor. Recebeu uma excelente crítica de imprensa e o seu trabalho revelou-se um sucesso imediato junto dos leitores. Em 2008, e depois de vários anos de profunda investigação, surgiu a versão internacional do Contigo Torno-me Real. Uma obra completamente diferente na profundidade da abordagem, aclamada pela crítica e distinguida internacionalmente. As participações de excelência, o material raro, inédito e a pesquisa de qualidade foram premiadas com uma «Menção Honrosa» no «London Book Festival». Um livro português destacado entre milhares maioritariamente em inglês e espanhol. Um mérito que levou a mítica UCLA (Universidade da Califórnia, Los Angeles) a abrir pela primeira vez as suas portas a um investigador residente neste tema.

JÁ DISPONÍVEL NAS LIVRARIAS.
Estão previstas várias sessões de apresentação e de autógrafos na primeira quinzena de Dezembro.
Esteja atento(a) a próximas notícias.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

«A Última Imagem – Fotografia de uma ficção», de Margarida Medeiros

A Última Imagem – Fotografia de uma ficção
Margarida Medeiros


ISBN: 978-989-8618-10-8

Edição: Outubro 2012

Preço: 12,26 euros | PVP: 13 euros

Formato: 14,5x20,5 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 136 (com reproduções)


[ Em colaboração com o CECL ]

A Última Imagem – Fotografia de uma ficção
conta a história de uma ficção «científica» e popular em torno das possibilidades de o olho humano se transformar numa verdadeira máquina fotográfica, registando a última imagem vislumbrada antes da sua morte. Uma história através da qual se podem observar os laços e entrelaços que ligam as fantasias sobre automatismos corporais com o desenvolvimento das ciências da visão no século XIX. Percorrendo fontes da época, entre as quais a literatura, o livro segue os diferentes caminhos onde chegam semelhantes fantasias despoletadas pela recente invenção da fotografia.

Margarida Medeiros é licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras de Coimbra e Doutorada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Desde 1990 que publica em jornais, revistas e catálogos na área da história e da crítica de fotografia; entre os publicados contam-se Fotografia e Narcisismo – O auto-retrato contemporâneo (Lisboa, Assírio & Alvim, 2000) e em 2010 Fotografia e Verdade – Uma história de fantasmas, pela mesma editora. Em 2008 editou o n.º 39 da Revista de Comunicação e Linguagens sob o tema «Fotografia(s)». Actualmente lecciona no Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa na área de Cultura Visual e Fotografia.


Este livro foi apoiado pelo pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens (Universidade Nova de Lisboa) e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

sábado, 24 de novembro de 2012

«Império», de Alexandre Melo, André e. Teodósio, Vasco Araújo


Império
Alexandre Melo, André e. Teodósio, Vasco Araújo


ISBN: 978-989-97719-7-0

Edição: Outubro 2012

Preço: 12,26 euros | PVP: 13 euros

Formato: 15,5×23,5 cm (brochado, com badanas)
Número de páginas: 120 (com reproduções)

edição especial à venda nas nossas livrarias
100 exemplares (com a reprodução dos fotogramas a cores), numerados de 1/100 a 100/100 e assinados pelos autores
Preço: 23,58 euros | PVP: 25 euros

Deste livro fez-se uma tiragem normal de 400 exemplares e uma tiragem especial de 100 exemplares (com a reprodução dos fotogramas a cores), numerados de 1/100 a 100/100 e assinados pelos autores.

«Este livro inclui o texto (de André e.Teodósio) bem como uma selecção de imagens do vídeo Impero (Vasco Araújo, 2010), uma adaptação da transcrição de três conversas entre os autores e um conjunto de frases (de Alexandre Melo) reunidas sob o título «Tudo».
O ponto de partida do projecto foi a constatação de coincidências entre o vídeo, em vias de realização na cidade de Roma, e uma série de reflexões, surgidas em conversas informais ou em textos dispersos, a respeito de questões centradas na ideia de poder, nas suas várias acepções. A relação entre as noções de poder e império induziu um processo de ficcionação de personagens históricas que pudessem proporcionar uma maior liberdade discursiva e especulativa.
Com base nestes elementos foi organizado um conjunto de conversas destinadas a serem gravadas, transcritas e re-escritas, ainda que sem perda do seu carácter improvisado e coloquial.
As conversas, tendo como tópicos orientadores o poder, o amor e a encenação, tiveram lugar ao fim da tarde, no terraço de um hotel em Roma, nos dias 21, 22 e 23 de Junho de 2010. O tom combina os registos da ficção teatral, especulação abstracta e comentário de actualidade. Não deixando de ser o que são, os intervenientes representam as suas próprias personagens e convocam, sem preocupações com o rigor histórico, as figuras de César, Otávio e Cícero.
Entendeu-se que as referências a Roma e ao Império Romano e a adopção de uma metodologia híbrida na discussão e na forma de apresentação do livro, poderiam contribuir para um alargamento do espaço de interpretação e invenção também por parte dos leitores.» [ Introdução ]


                           Fotogramas do vídeo Impero, de Vasco Araújo



[ CONVITE PARA LANÇAMENTO ]

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

«Retrato de um decadente», por José Riço Direitinho



«Figura vistosa de maquilhagem e de vestuário exibicionista, o jornalista e escritor francês Jean Lorrain (1855-1906) - pseudónimo de Paul Duval, nascido numa aldeia normanda - passeou durante 20 anos, quase sempre de maneira provocatória, a sua persona trágica e decadente pela Paris fin de siècle.
[...]
Era um homem "abominavelmente depravado", nas palavras de Sarah Bernhardt. Como jornalista provocou bastantes ódios, sobretudo entre a classe intelectual, e não escapou ao "código de honra" da época: duelos e tiros de pistola nas clareiras dos bosques dos arrabaldes de Paris. Maupassant e Verlaine quiseram defrontar-se com ele para limparem a honra com umas quantas balas - foram convencidos a tempo de que o que Lorrain escrevera não lhes manchava a reputação -, mas foi com "o jovem e encantador Marcel Proust" que chegou a vias de facto no bosque de Meudon, embora "os dois atiradores só tivessem alvejado o vazio acima das suas cabeças" conforme cita o tradutor Aníbal Fernandes na sua (como sempre) sábia e lúcida introdução à obra recentemente publicada.
[...]
A imaginação delirante do Senhor de Bougrelon, com as sucessivas entradas e os inesperados abandonos da narração, e os retratos vívidos de autênticas visões de lupanar ou de café licencioso, erguem uma "realidade" em que o leitor vai aos poucos deixando de acreditar, mas com que continua a comover-se.»

José Riço Direitinho, «Retrato de um decadente», «Ípsilon» / Público [onde pode ser lido na íntegra], 16 de Novembro de 2012.

«Império» [ convite para o lançamento ]

[ clicar na imagem para a ampliar ]