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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da Via Láctea


Le Lait de la Voie Lactée | O Leite da Via Láctea
Manuel Zimbro

ISBN 978-989-8902-77-1 | EAN 9789898902771
Edição: Junho de 2019
Preço: 22,64 euros | PVP: 24 euros
Formato: 24 x 32 cm (brochado)
Número de páginas: 96 (a cores)

Sistema Solar | Documenta 
EGEAC | Galerias Municipais (Lisboa) 
Paraguay — Association Section Sept (Paris)




João Fernandes: «Tudo quanto o Manuel fez é para mim como o cheiro da terra depois da chuva, como a gota de orvalho numa folha, como um arco-íris inesperado ao fim do dia.»


Este livro foi realizado no contexto da exposição «história secreta da aviação e alguns meteoritos» na Galeria Quadrum das Galerias Municipais de Lisboa em 2019, e reproduz em fac-símile as pranchas da banda desenhada parcialmente deixada por terminar no início dos anos 80, quando Manuel Zimbro habitava em Paris.


Dans ce livre il y a une carte, qui tout en étant un abrége de l’action, la situe en hauteur et en profondeur. Le rapport du dessin entre les deux elements, — livre, carte — est, tant que faire se peut identique. Alors son déchiffrage invite l’Imagination et la lecture, si j’ose dire, se fait en trois dimentions.
Manuel Simões [Manuel Zimbro]


A Lourdes [Castro] contou-me um dia que o Manuel, quando criança, queria ser invisível, em vez de ser arqueólogo, cientista, aviador ou bombeiro, como tantos de nós. Todos quantos o conheceram sabem que o conseguiu… O Manuel não gostava de dar nas vistas. Por isso fazer coisas era para ele um modo de se integrar no mundo, descobrindo algumas das coisas que ao mundo faziam falta para nele se estar bem. O Manuel sempre teve um grande cuidado em não acrescentar a nada mais do que o necessário, dispensando com grande lucidez tudo quanto nos possa distrair de ser e existir. Por isso ele renunciou a deixar vestígios de si para além dos momentos que construía com as suas palavras, com os seus silêncios, com o seu olhar, com as suas mãos, que sabiam descobrir coisas na vida mais do que acrescentar coisas à vida.
[João Fernandes]

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Misquoteros — A Selection of T-Shirt Fronts I Eduardo Batarda




Misquoteros — A Selection of T-Shirt Fronts
Eduardo Batarda

Textos de Ana Anacleto, Eduardo Batarda, João Fernandes

ISBN: 978-989-8834-43-0

Edição: Novembro de 2016

Preço: 35,85 euros | PVP: 38 euros
Formato: 21 x 28 cm [brochado]
Número de páginas: 176

[Em colaboração com o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia]



Catálogo publicado por ocasião da exposição «Eduardo Batarda. Misquoteros — A Selection of T-Shirt Fronts», realizada no MAAT — Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa, com curadoria de Ana Anacleto e João Fernandes, de 9 de Novembro de 2016 a 13 de Fevereiro de 2017.

Desde os anos de 1960 que Eduardo Batarda tem utilizado textos, tanto combinados com imagens como em pinturas sem qualquer presença figurativa. O ciclo Misquoteros enfrenta os temas da decadência e do esgotamento dos artistas, o sucesso e o insucesso na carreira, e a problemática dos estilos tardios. O ciclo conta com trinta quadros, sobre os quais se distribuem 646 frases obtidas por colagem de textos, muitas vezes com recurso ao acaso, como num longo cadavre exquis individual. Quase todas as frases partem de expressões correntes ou de ideias feitas. Algumas referem afirmações muito ouvidas, sobre as virtudes da maturidade ou relativas à decadência que vem com a idade avançada. O mesmo acontece com as 64 que contêm fragmentos ou palavras soltas de três artigos relativos a Picasso, a Tiziano e a Greco, artistas cujas «fases tardias» foram objeto de debate. A série, preparada e executada entre o Outono de 2014 e o começo de Julho de 2016, é encarada pelo autor como um conjunto indivisível.

Eduardo Batarda [Coimbra, 1943] frequentou a Faculdade de Medicina entre 1960 e 1963, ano em que foi admitido e se matriculou na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Terminou os respectivos Cursos, Geral e Complementar, de Pintura em 1967 e 1968, e cumpriu serviço militar obrigatório entre 1968 e 1971. Neste mesmo ano começou a frequentar, em Londres, o Royal College of Art, Faculty of Fine Art, School of Painting, onde se diplomou em 1974 (MaRCA). De 1976 até 2008 foi professor na Escola Superior de Belas-Artes do Porto. Expôs pela primeira vez em 1966, e realizou exposições individuais a partir de 1968. Destas, a última teve lugar no Porto, em 2013. Foram organizadas várias retrospectivas do seu trabalho: em 1975, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, do seu trabalho como bolseiro em Londres; em 1998, no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (Eduardo Batarda. Pinturas, 1965-1998); em 2009, no Centro de Arte Manuel de Brito, em Oeiras (Eduardo Batarda no CAMB); e em 2011, no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto (Outra Vez Não. Eduardo Batarda). Em Maio de 2016, no Pavilhão Branco do Museu de Lisboa — Palácio Pimenta, realizou-se uma exposição antológica, intitulada Mise en abyme. Eduardo Batarda recebeu em 2007 o Grande Prémio Fundação EDP Arte.

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Eduardo Batarda I Misquoteros – A Selection of T-shirt Fronts


Eduardo Batarda, XXIX - Made a fortune with that, 2016. 
Fotografia: Paulo Cintra e Laura Castro Caldas


EDUARDO BATARDA
MISQUOTEROS - A SELECTION OF T-SHIRT FRONTS
Curadores
Ana Anacleto e João Fernandes

Inauguração
8 de Novembro de 2016, às 18h30

Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia
Av. Brasília, Central Tejo | 1350-598 Lisboa
SALA CENTRAL 2 
9 de Novembro de 2016 - 13 de Fevereiro de 2017
12h00 - 20h00
(encerra às terças-feiras)

Catálogo
FUNDAÇÃO EDP | DOCUMENTA

No ano em que comemora cinquenta anos após a sua primeira exposição, Eduardo Batarda apresenta no MAAT o seu mais recente corpo de trabalho. Com uma carreira centrada na prática da pintura e com uma aturada investigação sobre as questões conceptuais, históricas, formais e cognitivas que atravessam a disciplina, tem vindo a desenvolver um trabalho idiossincrático, recorrendo a referências eminentemente pessoais que influenciam o seu trabalho e as flexões e inflexões deste ao longo do tempo de forma determinante.

O recurso à ironia, ao registo tragicómico e ao sarcasmo (sobretudo virado para si próprio e para o desempenho da sua condição de artista) alia-se às questões inerentes à prática e à história da pintura. Com o título Misquoteros – A Selection of T-shirt Fronts, a exposição reúne um conjunto de trinta pinturas com características formais e conceptuais semelhantes entre si, e que o autor considera como uma só obra. Texto e imagem são, aqui, um e o mesmo, num jogo entre a compreensão, a criação de sentidos e a total ilegibilidade.

Eduardo Batarda é representado pela 
Calçada de Monchique, 3 |  4050-393 Porto  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

«A Substância do Tempo», de Jorge Martins


A Substância do Tempo
Jorge Martins

Textos de
Manuel Castro Caldas, João Fernandes, Pierre Georgel,  José Gil, Sara Antónia Matos e António Mega Ferreira


ISBN: 978-989-8618-43-6  bilingue (português|inglês) 
Edição: Março de 2013
Preço: 40,47 euros | PVP: 42,90 euros
Formato: 24×29 cm (encadernado)
Número de páginas: 416 (impressas a cores)


[ Em colaboração com a Fundação Carmona e Costa e a Fundação de Serralves ]


Jorge Martins (Lisboa, 1940), frequentou os cursos de Arquitectura e Pintura na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Expõe regularmente desde 1958. A sua primeira exposição individual data de 1960. Em 1961 parte para Paris, onde vive e trabalha até 1991. Esta estada é interrompida entre 1975 e 1976, período em que se instala em Nova Iorque. Regressa definitivamente a Portugal em 1991, onde vive e trabalha desde então.

A Substância do Tempo surge por ocasião da exposição homónima de Jorge Martins simultaneamente apresentada na Fundação de Serralves, no Porto, e na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, reunindo um corpo de trabalho em desenho realizado ao longo de mais de cinco décadas por um artista mais conhecido pela sua pintura. A mostra constitui uma oportunidade inédita para revisitar a componente a preto-e-branco da sua obra e pensar o modo como ela se intercala com a exploração da gama cromática, dela se diferenciando para problematizar questões inerentes à linguagem do desenho. A par das imagens, dialogando com elas de modo a abrir o campo de sentido e de leitura das obras, o livro integra textos de Manuel Castro Caldas, João Fernandes, Pierre Georgel, José Gil, Sara Antónia Matos e António Mega Ferreira, autores que acompanharam Jorge Martins ao longo de períodos diversos da sua carreira. As diferentes perspectivas (estéticas, poéticas e filosóficas) de abordagem da obra do artista desvelam nela um campo fecundo e prolífico de associações, contribuindo para um renovado entendimento da mesma.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

De Lourdes Castro para Manuel Zimbro


Deutsch Hefte, cadernos de alemão de Lourdes Castro para Manuel Zimbro, 
são apresentados amanhã, no Goethe-Institut, por João Fernandes.
[ clicar na imagem para a ampliar e ler melhor toda a informação ]