quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Joaquim Rodrigo – A contínua reinvenção da pintura I Pedro Lapa


Joaquim Rodrigo – A contínua reinvenção da pintura

ISBN: 978-989-8834-37-9

Edição: Novembro de 2016
Preço: 23,58 euros | PVP: 25 euros
Formato: 16x22 cm [encadernado]
Número de páginas: 456

[ Em colaboração com o Casino da Póvoa ]


Este ensaio consiste num estudo compreensivo sobre a obra de Joaquim Rodrigo, pretende demonstrar como o artista realizou um projeto modernista atualizado e quase sempre vago em Portugal, reformulou os interditos da pintura moderna e a transformou numa linguagem narrativa sobre o mundo como testemunho e dela soube tirar consequências para uma nova formalização estrutural das suas convenções, o que possibilitou uma reinvenção da própria pintura a que a sua obra deu continuidade. O seu percurso tornou-se singular no quadro da história da arte ocidental do século XX. Apesar de uma receção crítica ímpar no curso das quatro décadas do seu desenvolvimento — significativa das múltiplas possibilidades interpretativas que cada perspetiva e geração encontrou nesta pintura —, ela não foi ainda confrontada na sua totalidade com a história da arte nacional e internacional, onde ganham relevância as especificidades dos seus posicionamentos, mesmo quando estes parecem arredados das problemáticas dominantes. [Pedro Lapa]


Pedro Lapa é professor convidado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e diretor artístico do Museu Colecção Berardo. Foi durante 11 anos diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, entre 2004 e 2008 foi curador da Ellipse Foundation e entre 2008 e 2010, professor convidado da Escola das Artes da Universidade Católica de Lisboa. Tem vários ensaios publicados e comissariou muitas exposições em todo o mundo, das quais se destacam as retrospetivas de Amadeo de Souza-Cardoso, Man Ray, Picabia ou as coletivas More Works About Buildings and Food, Disseminações, Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa, Stan Douglas? The Sandman? e a antológica dedicada a James Coleman. Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à Bienal de Veneza. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 e o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, em 2010.

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