quarta-feira, 21 de abril de 2021

Pathosformel

Pathosformel 
Vasco Araújo 


Textos de Daniel Ribas, Maria João Madeira, Nuno Crespo e Pedro Faro 

ISBN 978-989-9006-44-7 | EAN 9789899006447 

Edição: Fevereiro de 2021 
Preço: 20,76 euros | PVP: 22 euros 
Formato: 16,5 × 24 cm (encadernado) 
Número de páginas: 148 (a cores) 

Com a Universidade Católica, Escola das Artes, CITAR 

Edição bilingue: português-inglês


Nuno Crespo: «O trabalho de Vasco Araújo é um desafio. E é-o na forma como permanentemente interpela as nossas concepções acerca do que é um sentimento, uma emoção e como as suas obras interrogam os mecanismos com que construímos a nossa persona.» 

Textos: Livro — Daniel Ribas, Maria João Madeira, Nuno Crespo, Pedro Faro, e Vasco Araújo; 
Caderno — Vasco Araújo a partir de Cesare Pavese, Douglas Sirk, Grada Kilomba, 
José Pedro Serra, Luís Miguel Nava; e textos originais de Diogo Bento, 
José Maria Vieira Mendes, Rafael Esteves Martins. 



Pathosformel é o título de um projecto complexo que Vasco Araújo desenvolveu na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Dele fazem parte um filme, uma instalação e este caderno de pesquisa [reproduzido no livro] criado pelo artista durante a preparação das obras e seu desenvolvimento. 
Podemos pensar nesta publicação como uma espécie de guião ou, se se preferir, um caderno de campo. Nele o artista ensaia não questões técnicas relativas a posição de câmara, indicações sobre representação ou luz, mas materializa uma disposição poética que, subterraneamente, alimentou as obras que desenvolveu. Disposição essa que se prolonga e se expressa em todas as peças da ficção sentimental proposta por este artista, mas que igualmente cria um possível enquadramento para a compreensão de uma parte significativa do trabalho que tem vindo a desenvolver ao longo da sua carreira. 

Um agradecimento especial ao Vasco Araújo. Ao longo dos quase dois anos em que conviveu na EA contagiou-nos com a sua intensidade e com um rigoroso e muito inspirador método de trabalho. Entre pandemia, confinamento e recolher obrigatório, concretizou uma obra complexa que nos interpela de modos inesperados. A intensidade da experiência que nos propõe é fruto da inquietação que este artista transporta para as suas obras e que toma o espectador por inteiro. Não podemos senão estar gratos a este artista pelo modo como, ao longe, questiona a textura emocional humana e nos lança a todos numa viagem emocional interna. 
[Nuno Crespo]

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